segunda-feira, 11 de março de 2019

Mulher é autuada por passar trote a Ciops alegando roubo de veículo

Uma mulher foi conduzida à Delegacia Metropolitana de Horizonte, na manhã deste domingo (10), após uma falsa comunicação de crime, na Região Metropolitana de Fortaleza. O trote foi passado à Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops).
Tudo começou quando a mulher informou para a Ciops, que o seu veículo, um Toyota Corolla, fora subtraído em uma ação criminosa, que teve o apoio de um Renault Sandero. De posse das informações, por volta de 7h30, uma equipe da Polícia Militar que transitava por uma rodovia estadual localizou o veículo que seguia em direção à Beberibe.
De imediato, foi solicitado o apoio de outras duas viaturas e de uma equipe do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio). Quando o carro foi abordado, os ocupantes não reagiram e nada de ilícito foi encontrado.
Ao serem questionados sobre a origem do carro, um deles, que estava como passageiro, afirmou que era o veículo de sua esposa. Já o Sandero apontado pela mulher como sendo o carro utilizado no apoio da ação criminosa, na verdade se tratava de um carro pertencente ao segundo homem, que conduzia o Corolla. Ele afirmou ainda que o Sandero estava na cidade de Cascavel.
A equipe foi até lá e encontrou o veículo sem nenhuma irregularidade e com a então TV furtada em seu interior. Sobre o aparelho, o companheiro da denunciante disse que ela deu a TV para ele, negando qualquer conduta criminosa.
Depois disso, os policiais militares foram até a casa da mulher, também em Cascavel, onde ela assumiu ter repassado uma informação sem procedência para a Ciops. Disse ainda que temia que algo pudesse ter acontecido ao veículo e por isso agiu de tal forma. Na Delegacia Metropolitana de Horizonte, ela foi autuada em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela falsa comunicação de crime.
Falsa comunicação de crimeA Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) alerta que comunicar às autoridades um fato criminoso, que não aconteceu, é crime previsto no artigo 340 do Código Penal Brasileiro. A pena para quem comete esse tipo de conduta é de detenção de um a seis meses, ou multa. Além de ser crime, como na ocorrência em questão, existe ainda o deslocamento de composições que poderiam estar atendendo outros acionamentos verídicos com maior brevidade.
*** Informações com Tribuna do Ceará
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