quarta-feira, 31 de outubro de 2018

"Troca de Forças": Eleição de Bolsonaro e queda de Eunício vão provocar mudanças em órgãos federais no Ceará

A oposição entre Governo do Ceará e Governo Federal deve ter impactos na direção de órgãos federais sob comando de tradicionais lideranças cearenses, como Banco do Nordeste (BNB), Dnocs, Docas do Ceará e Ibama. O deputado federal eleito e presidente do PSL no Ceará, Heitor Freire, disse que “não vai existir balcão de negócios” e será cobrado currículo e alinhamento ideológico de novos gestores.
Desde que Michel Temer (MDB) assumiu a presidência, o domínio das indicações de cargos federais no Ceará ficou, principalmente, sob responsabilidade do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB). Com a derrota do senador nas urnas e sem a parceria partidária entre os governos, órgãos devem passar por mudanças substanciais.
Nos governos do PT, com os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, a influência sobre os órgãos no Ceará era dividida entre nomes do PT e dos irmãos Cid e Ciro Gomes (PDT), e os cargos eram distribuídos entre partidos aliados.
A maior influência, no entanto, estava com o MDB desde o impeachment de Dilma. São indicações de Eunício nos últimos anos, o presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Romildo Carneiro; o diretor-presidente da Companhia Docas do Ceará (CDC), César Augusto Pinheiro; o diretor geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Angelo Guerra; o superintendente da Fundação Nacional de Saúde no Ceará (Funasa), Ricardo Silveira; e o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Herbert Pessoa Lobo.
Mudanças no CearáInterlocutor no Ceará do novo governo, Heitor Freire deve ter reuniões em Brasília na quarta-feira (31) para tratar de assuntos relacionados ao Ceará. Segundo ele, atualmente, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) “está preocupado em diminuir o Estado”. “Estão acontecendo algumas fusões nos ministérios e, depois disso, é que a equipe de transição de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes vai começar a ver essa questão”, pontuou.
Freire disse que, na gestão, “não vai existir balcão de negócios, nem toma lá, dá cá” e que os critérios serão técnicos e transparente.
Questionado sobre a possibilidade de manutenção dos dirigentes atuais, Freire pontou necessidade de alinhamento. “Um dos critérios técnicos, além do currículo das pessoas, vai ser nosso alinhamento. Não tenho como indicar uma pessoa com viés ideológico de esquerda para estar liderando um órgão geral, um projeto, no qual está baseado numa visão conservadora e liberal na economia”, frisou.
Na segunda-feira (29), o ministro da Casa Civil, Eliseu Padrilha, disse que Jair Bolsonaro terá à disposição pelo menos 10 mil cargos de livre nomeação a partir da posse, em 1° de janeiro. Segundo a Folha de S. Paulo, Padilha afirmou que o MDB abrirá mãos de cargos e adotará postura de independência no próximo governo.
*** Informações com Tribuna do Ceará
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