quarta-feira, 28 de março de 2018

Operação Malabares: Pai e filhos empresários presos acusados de falsificar documentos do MP para obter contratos

Pai e filhos sócios em empresa foram presos nesta quarta-feira, 28, acusados de falsificação de documentos públicos com objetiVo de obter contratos fraudulentos em Prefeitura. Até documento do Ministério Público Estadual (MPCE) teria sido falsificado, usando o timbre do órgão. A intenção era recomendar a aprovação de aditivos em contratos de coleta e limpeza urbana com a Prefeitura de Apuiarés, no Vale do Curu.
A investigação ocorre dentro da Operação Malabares. Trata-se de desdobramento da operação Cascalho do Mar, que prendeu quatro empresários, três da mesma família, na semana passada. As informações são do Ministério Público Estadual. O promotor de Justiça de Pentecoste, Jairo Pereira Pequeno Neto, responde pela operação.
José Darlan Pereira Barreto, procurador da empresa Patrol Engenharia e Serviços Ltda, foi preso preventivamente nesta manhã, na residência dele, em Fortaleza. Ele já havia sido preso na segunda fase da operação Cascalho do Mar, na última sexta-feira, 23, porque, durante o cumprimento de mandado.
Nesta quarta-feira, foram também foram cumpridos mandados de prisão contra dois filhos de Darlan, sócios da mesma empresa. Um deles é Marcos Vinícios Gonçalves Barreto, que já está preso desde a sexta-feira, acusado de participação em fraude em licitações em mais de dez prefeituras, na Cascalho do Mar. Ele teve a segunda prisão preventiva decretada em menos de uma semana.
Outra filha de Darlan e também sócia da Patrol, Bruna Gonçalves Barreto ficará em prisão domiciliar, por ser mãe de filhos menores de idade. De acordo com o Ministério Público, outras pessoas são suspeitas de participação no crime. Foram apreendidos um carro de luxo, celulares e computadores.
Na sexta-feira, a operação Cascalho do Mar também havia prendido Luiz Maycon Pereira Barreto, irmão de José Darlan e tio de Marcos Vinícius e Bruna.
Os proprietários da empresa já respondiam processo por ato de improbidade administrativa e as contas bancárias da Patrol já haviam sido bloqueadas em razão de ação civil pública da comarca de Pentecostes em 2017.
Falsificação de documentosConforme a denúncia, os empresários fraudaram documentos do Ministério Público Estadual, usando o timbre da instituição, para recomendar a aprovação de aditivos em contratos de coleta e limpeza urbana da Prefeitura de Apuiarés.
De acordo com o Ministério Público, tais orientações jamais foram emitidas ao Município.
A primeira fase da Cascalho do Mar foi deflagrada em dezembro de 2017 e prendeu o prefeito de Paracuru, José Ribamar Barroso Batista (PSDB), além de secretários municipais e empresários.
*** Informações com O Povo
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