O senador Renan acusa Arthur Lira de ajudar a aparelhar o Ministério da Saúde

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) acusou o presidente da Câmara, Arthur Lira, (PP-AL), de “aparelhar” o Ministério da Saúde, indicando membros do PP para a pasta. Renan falou nesta quinta-feira (28/10/2021) que Lira sabe das apurações da CPI da Pandemia a respeito.

“O presidente da Câmara sabe que uma das coisas que essa CPI desbaratou foi o domínio do Ministério da Saúde pelo PP [partido de Lira]. O general Pazuello levou 60 militares quando foi nomeado ministro, e esses militares acabaram brigando com o PP, que estava ocupando território ainda com Roberto Ferreira Dias [ex-diretor de Logística, exonerado após apurações da comissão]”, declarou Renan.

Segundo Renan Calheiros, membros do PP ocupavam o Ministério com influência de Lira. “Nós sabemos da participação de Lira na nomeação dessas pessoas para o Ministério da Saúde, e nós investigamos tudo isso com absoluta isenção e independência”, garante. A declaração foi dada após membros da CPI entregarem o relatório final ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Renan foi além nas acusações a Lira e disse que o presidente da Câmara tem medo de que se investigue “o maior escândalo da República de todos os tempos”. Trata-se de um suposto “orçamento paralelo” que teria sido montado pelo governo federal para distribuir emendas de relator-geral (RP9) a membros do Congresso visando aumentar a base de apoio.

“Eu sei que ele tem muito receio de que nós tenhamos como consequência a investigação do chamado RP9, que é, do ponto de vista orçamentário, o maior escândalo da República de todos os tempos. E não poderá ficar dessa forma. Ele não pode estar tentando interferir nos trabalhos da CPI. Ele não tem nada a ver com isso, o papel dele é defender a Casa”, disse o senador.

Em maio deste ano, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) negou que haja um orçamento paralelo e que o RP9 foi criado pelo Congresso Nacional, e não pelo governo federal.

Vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que entregará de imediato o relatório final a Lira. O documento indicia diversos membros do governo, como o próprio presidente Jair Bolsonaro. Randolfe garante que nenhum nome entre os indiciados foi retirado.
*** Informações com 👉 Jornal de Brasília

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