Leia agora: Caso de poligamia no Ceará inspirou filme estrelado por Regina Casé

Um caso de poligamia no interior do Ceará foi inspiração para o filme “Eu Tu Eles”, estrelado pela atriz Regina Casé, em 2000. A história da obra audiovisual foi baseada na vida da agricultora Marlene Sabóia, que vivia em Morada Nova, no interior do Ceará, e compartilhava a casa e a vida com três homens. O caso foi revelado pela TV Verdes Mares e relembrado no Globo Repórter especial de 50 anos da emissora.

O tema relacionamento com mais de dois parceiros voltou à discussão após um caso ocorrido na cidade de Canindé ganhar repercussão nacional. Trágico, por envolver uma tentativa de homicídio, agressões e incesto, o caso envolve três membros de uma família e uma quarta pessoa que namorava um deles.

Segundo a Polícia Civil, o pai mantinha relacionamento amoroso com a filha e chegou a ter uma relação sexual a três, com o então namorado dela. A mulher dele contratou dois homens para matar o marido, que está internado há três meses se recuperando dos tiros.
O delegado Daniel Aragão Mota, titular da Delegacia Regional de Canindé, afirmou que o pai mantinha o casamento com a esposa para acobertar o relacionamento incestuoso com a filha.

A filha de Jaelson foi ouvida pelo delegado na quarta-feira (29), na Delegacia de Canindé, em apuração sobre o possível estupro do pai contra a filha durante a infância.

Sargentos em relação a três – No Acre, sargentos da Polícia Militar assumiram um trisal e compartilham em redes sociais a rotina da relação a três. Alda Nery, Erisson Nery e Darlene Oliveira passaram, neste ano, o primeiro Dia dos Namorados juntos.
Alda e Erisson são casados desde 2000. Eles tiveram dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos. Alda lembra o início da relação entre os três: “quando vi a foto dela, falei para o meu marido e disse que na cidade, a única pessoa com que ficaria, seria ela. A gente começou a conversar, depois a saímos nós três e acabou que nos envolvemos os três, a gostar um do outro”.
Ao g1, Alda contou, em junho, que o relacionamento era algo leve entre eles e com os filhos. Muitos alimentam “preocupações” sobre o trisal, mas ela afirma que foram criados para respeitar as pessoas.
“As pessoas estão criando filhos preconceituosos, intolerantes que não respeitam a decisão e sexualidade dos outros, o amor dos outros. Criei meus filhos para respeitar as pessoas e amá-las, respeitar suas escolhas e levar em consideração o caráter das pessoas”, conta a mulher.

Luta por direitos – Em maio, o g1 contou a história de Jonathan, Marilia Gabriela e Natali Júlia; eles são os pais de Raoni, de cinco anos, e de Aurora, que nasceu em novembro de 2020. O trisal de Sorocaba (SP) decidiu entrar na Justiça para conseguir registrar os filhos com os nomes do pai e das duas mães.

O desejo de ir atrás dos direitos das crianças surgiu na hora de registrar a recém-nascida, momento em que os pais tiveram uma surpresa negativa. “O cartório não aceitou os sobrenomes das duas mães. Ficou só com dois: Aurora Fortes Rezende”, conta Marilia Gabriela.
Em 2017, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regularizou o reconhecimento voluntário da paternidade e maternidade socioafetivas.
“Desde 1º de janeiro de 2018 os cartórios de todo o país são obrigados a permitir o registro dessa forma, não devendo haver recursa injustificada. Isso garante também a possibilidade de inclusão do sobrenome do pai ou mãe socioafetivo no nome do filho, sendo possível que ele carregue o sobrenome dos seus pais biológicos e de seu pai ou mãe socioafetivo”, explicou o advogado do trisal, Rafael Bueno Valencio do Amaral.
*** Informações com 👉 G1 Ceará

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