“De mito a tchutchuca”, Bolsonaro diz para caminhoneiros encerrarem protesto do história 7 de setembro de 2021.

Nada como um dia após o outro. No Sete de Setembro, Bolsonaro foi para o palanque na Avenida Paulista e rugiu como um leão. Amedrontou o País. Pregou o desrespeito às leis, às decisões do STF e até chamou o ministro Alexandre de Moraes de “canalha”. Ameaçou dar um golpe, convocar o “conselho da República” para decretar o Estado de Sítio. Deixou a sociedade em pânico. Mas, depois do susto, todos se mobilizaram e passaram a pedir o impeachment do mandatário. Ninguém aceita mais um retrocesso, uma ruptura institucional, como ele deseja. O ex-capitão viu que estava isolado, só com seus decrépitos seguidores.

Percebeu, então, que não tinha força alguma. Que os atos antidemocráticos que convocou não valeram de nada e que ele saiu mais fraco do que entrou nesse jogo de braço. Tudo não passou de uma bravata. Um sonho de uma noite de verão. Um golpe fracassado. De leão rugindo, transformou-se numa tchutchuca. Um ser inominável. Uma pessoa nefasta para a democracia. Um político tíbio. Um governante incompetente. Um péssimo dirigente. Um militar inapto, já que o combate que ele organizou terminou em derrota. Pelo bem da democracia, Bolsona saiu derrotado.
Nem para reconhecer a derrota, no entanto, ele soube fazer com as próprias pernas. Tomou uma atitude covarde. Precisou de um texto escrito pelo ex-presidente Michel Temer, este sim, um estadista, um político sensato, um pacificador. Foi graças a Temer que Bolsonaro recuou das suas reais intenções de consumar suas fantasias golpistas.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (09/09/2021) que os caminhoneiros devem manter as paralisações em estradas do país até domingo (12), uma manifestação que acabou no dia seguinte, nesta quinta (09), e disse que os alertou em conversa mais cedo que a continuidade do movimento além desse dia começará a provocar “problemas seríssimos” de desabastecimento.

Bolsonaro disse ter agradecido aos caminhoneiros pelo movimento iniciado após os atos convocados pelo presidente para o feriado do Dia da Independência, e considerou “fantástico” o que tem sido feito por eles.

Os protestos dos caminhoneiros, aliados do governo, ganharam força um dia depois das manifestações do 7 de Setembro. Em Brasília, o ato patrocinado pelo presidente foi marcado por presença significativa de caminhões na Esplanada dos Ministérios. Cerca de 40 ainda permaneciam na Esplanada na manhã desta quinta e recusavam-se a sair, apesar das negociações com a Polícia Militar local. Durante a noite houve momentos de tensão, com o grupo fazendo buzinaços na madrugada.

Para além das pautas colocadas pelo próprio presidente no 7 de Setembro, quando Bolsonaro subiu o tom dos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaçou a corte com uma ruptura, os caminhoneiros demandam a queda do preço dos combustíveis.

De acordo com boletim divulgado pelo Ministério da Infraestrutura, os protestos iniciados por caminhoneiros na quarta-feira aconteciam em 13 Estados do país na tarde desta quinta, mas não havia registros de interdição de pista, após reunião de Bolsonaro com representantes da categoria.

*** Informações com 👉 Maria Carolina Marcello/Reuters via Revista IstoÉ

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