Polícia Federal cumpre mandados na casa de prefeito gaúcho flagrado com R$ 505 mil

Por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes, a Polícia Federal cumpriu nesta segunda-feira (6) mandados de busca e apreensão na prefeitura gaúcha de Cerro Grande do Sul e em imóveis do prefeito Gilmar Alba, do PSL.
O ministro atendeu a uma solicitação da Procuradoria-Geral da República. No fim de agosto, policiais federais tinham flagrado o prefeito tentando embarcar de São Paulo para Brasília com R$ 505 mil numa mala, em dinheiro. O prefeito não comprovou a origem do dinheiro.
A CPI da Covid pediu que o caso fosse investigado, alegando haver indícios de que o dinheiro seria usado em atos antidemocráticos. O ministro Alexandre de Moraes investiga no Supremo uma organização para financiar e disseminar esse tipo de ataque.
No mesmo inquérito, a Polícia Federal prendeu no domingo (5) Márcio Giovani Niquelatti. E, nesta segunda-feira, foi preso, em Minas Gerais, o ex-policial militar Cássio Rodrigues Costa Souza. Eles vão responder por ameaças em redes sociais ao ministro Alexandre de Moraes.
Em uma transmissão na internet, Niquelatti ofereceu recompensa para quem matasse o ministro. Cássio também ameaçou matar Alexandre de Moraes e a família dele.
No parecer em que pede a prisão dos dois, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo afirmou que as manifestações deles ultrapassam todo e qualquer limite que possa vir a ser conferido ao exercício constitucional da liberdade de expressão, possuem nítidos contornos criminosos e colocam em risco não apenas a regularidade da atuação das instituições democráticas, em especial o Poder Judiciário, mas também a vida do ministro e de seus familiares.
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a conduta de Márcio Niquelatti e Cássio Rodrigues Souza revela-se ilícita e gravíssima, constituindo ameaça ilegal à segurança dos ministros do Supremo Tribunal Federal, com o claro intuito de coagir e impedir a atuação por meio de violência e ameaças de morte, o que é uma flagrante afronta ao Estado de Direito.
O ministro lembrou que os atos de Márcio Niquelatti e Cássio Rodrigues Souza não configuram liberdade de expressão.
A PF também fez buscas e apreensões em endereços da Associação Nacional dos Produtores de Soja e da filial da associação em Mato Grosso. O Supremo determinou o bloqueio de saques de contas das duas entidades.

*** Informações com 👉 Jornal o Estado de Minas

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