segunda-feira, 7 de junho de 2021

Ex-guerrilheiro das Farc preso no Ceará é extraditado para os Estados Unidos.

O colombiano Guillermo Amaya Ñungo, de 57 anos, ex-guerrilheiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), foi extraditado pela Polícia Federal para os Estados Unidos, após quase dois anos preso no prédio da Polícia Federal (PF) em Fortaleza. A ação foi realizada na última sexta-feira (4), em operação conjunta com a Agência de Combate às Drogas dos Estados Unidos (DEA).
Nos EUA, Guillermo, conhecido como "El Patrón", responde por tráfico internacional de drogas e organização criminosa. O condenado pode ficar preso por até 30 anos, em razão de tratado firmado entre o governo brasileiro e o governo dos Estados Unidos.
O colombiano foi abordado e detido pela PF no Bairro Messejana em setembro de 2019, no momento em que ia buscar uma filha na escola, e não esboçou reação.
Conforme a PF, a operação para a extradição de Guillermo, que ocorreu sob forte esquema de segurança, teve a participação de diversas equipes da PF, além dos agentes da DEA responsáveis pelo seu transporte e escolta em jato executivo do governo dos EUA. A embaixada norte-americana também enviou representantes sediados no Brasil para acompanhar a operação.
Segundo documentos apresentados pelas autoridades norte-americanas, o ex-gerrilheiro das Farc capitaneava um complexo esquema de transporte de grande quantidade de cocaína entre a Colômbia e os EUA, com uso de aeronaves próprias e pistas de pouso em países da América Central.
STF decide extradição - A extradição do ex-guerrilheiro foi decidida em setembro de 2020, quando o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, julgou procedente o pedido de extradição formulado pelas autoridades dos Estados Unidos, cuja autorização de transporte foi posteriormente autorizada pelo Ministério da Justiça brasileiro.
A Segunda Turma do STF, composta pelos ministros Edson Fachin (relator), Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, decidiu pela extradição por unanimidade, em setembro de 2020.
No voto, Fachin garantiu que os Estados Unidos se comprometeram, por via diplomática, em não condenar o colombiano a mais de 30 anos de prisão e a reduzir da pena o período em que ele esteve preso no Brasil.
Antes da decisão, cerca de cinco meses após ser preso, Guilhermo afirmou em depoimento ao STF que sua prisão tem motivações políticas.
Prisão - A prisão ocorreu quando Guillermo chegava a uma escola no Bairro Messejana para buscar a filha adolescente. Policiais federais cumpriram um mandado de prisão para extradição, decretado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após pedido da Justiça norte-americana.
Foi apreendido com ele durante a prisão um documento de identificação falso, no nome de José Jesus Rodríguez Hernandez, como se apresentava no Brasil.
Na ocasião, o então chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), delegado Samuel Elânio, afirmou que a Polícia Federal no Ceará recebeu a informação sobre a suspeita da presença do colombiano uma semana antes da prisão, após investigações da Coordenação de Repressão a Entorpecentes da PF em Brasília e do Drug Enforcement Administration (DEA, ou Órgão para Combate das Drogas, em inglês), do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
"Nós tínhamos o nome verdadeiro dele e também o falso. Com o nome falso, conseguimos pegar o trânsito dele pelo país, pela via aérea e pela fronteira. Identificamos pessoas que estavam com ele, seja com o nome verdadeiro ou falso, e também deu o direcionamento para onde irmos. Mesmo com o nome falso, ele tinha algumas cautelas", pontua.
De acordo com o delegado, o colombiano, usando o nome falso, entrou a pé no Brasil pelo município de Pacaraima, em Roraima, na fronteira com a Venezuela. Ao ser interrogado pela PF, o preso disse que estava em Fortaleza há três meses. Ele residia em um duplex de luxo, no Bairro Lagoa Redonda, na companhia da esposa e de duas filhas.
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