sexta-feira, 25 de junho de 2021

Chupa-cabra aterroriza cidade e pesquisadores tentam desvendar ataques ocorridos a animais

Um fenômeno de ataques a animais 
realizados por uma criatura desconhecida, que ficou conhecida como Chupa-cabra, é um mistério que ocupa pesquisadores até os dias atuais.
No final dos anos 1990, muitos casos parecidos foram registrados em diversas localidades do Brasil, principalmente no interior de São Paulo e Paraná. Mas você sabia que existem relatos que indicam a presença da criatura em Santa Catarina?
Um dos principais estudiosos do assunto no país, o ufólogo Marco Aurélio Leal explica os acontecimentos que envolvem até um buraco negro em uma estrada catarinense.
“Na época do fenômeno do Chupa-cabra, a maioria dos pesquisadores, e até biólogos, veterinários, tentaram buscar os vestígios para entender esses ataques. Inicialmente, eles achavam que poderia ser algum predador conhecido da nossa natureza. Mas conforme foram analisando as características dos ataques, deu para perceber que não era”, diz Marco Aurélio Leal, que é membro da Revista UFO.
Na época dos ataques, o também ufólogo Carlos Alberto Machado foi pessoalmente até às chácaras onde a presença da criatura foi relatada.
A suposta presença do Chupa-cabra foi avistada, além de Paraná e São Paulo, em Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina.
Primeiras aparições do “Chupa-cabra”
O ano com mais aparições foi 1997. Segundo os levantamentos de Machado, a maioria dos ataques aconteceram em ovinos, sendo 335 no total. Também foram mais de 200 cabras e 140 gansos.
De 40 ataques ocorridos no Paraná naquele ano, 42,5% foram no mês de julho. Entre janeiro e agosto, foram 489 animais atacados no Estado vizinho a Santa Catarina.
No total, em todo o país, foi levantada a soma de 836 animais mortos misteriosamente, em 72 casos, no período de janeiro a agosto de 1997. Nos anos seguintes, também foram registrados alguns casos, mas em menor número, até cessar completamente depois de 2001.
“Chupa-cabra” em Santa Catarina
Segundo Marco Aurélio Leal, apesar de não ter ocorrido um evidente estrago como no Paraná e São Paulo, há relatos da aparição da criatura em terras catarinenses.
om o Chupa-cabra? O que levanta a teoria são os relatos de testemunhas que avistaram a criatura em outros locais.
“Muitas das pessoas que testemun“Era uma névoa que algumas testemunhas viam, na região de Itapoá, no Litoral Norte. Como haviam alguns ataques de Chupa-cabras que estavam ocorrendo naquela época em Campina Grande do Sul, no Paraná, que não fica muito longe da divisa, existia uma teoria de que talvez essa névoa poderia ser um fenômeno associado ao Chupa-cabra”, explica Leal.
Afinal, o que a névoa tem a ver charam o caso do Chupa-cabra, no Paraná, também presenciaram essa névoa, bem esbranquiçada. Então, possivelmente, isso está associado com a presença da criatura em território catarinense também”, diz o ufólogo.
“Houve alguns casos em Itapoá de avistamento de luzes. Inclusive, na estrada Cornelsen, situada no município, se fala até em um buraco negro. Isso porque algumas pessoas relataram um ‘missing time‘, que é quando uma pessoa está passando na localidade por exemplo às 15h, e quando olha no relógio de repente são 17h, acontece uma confusão no tempo”, resume.
Se tratava de um extraterrestre?
“No início eram várias hipóteses, primeiramente foi uma tentativa muito grande por parte da imprensa, até instruída, na época, a falar que eram ataques por suçuarana ou cachorros, e na verdade não era isso”, afirma o pesquisador.
Marco Aurélio Leal revela que uma das justificativas que podem ser utilizadas é mesmo de que o Chupa-cabra era um extraterrestre.
“A maneira como ele atuava, com uma inteligência superior a de outros animais, sendo que em alguns casos eles chegavam até a hipnotizar bichos que eram mais barulhentos, como gansos, cachorros mais bravos…”, aposta.
Ela ainda prossegue, lembrando que “muitas das testemunhas criadores, agricultores que tiveram prejuízos, começaram a tentar caçar esse predador, e vários deles m ser um animal diferente que vive dentro de cavernas…  um mistério. Até porque os ataques foram parando, depois de 1999, 2000, de reficoupente cessou. Se fossem cachorros ou suçuaranas que estavam fazendo aquilo, eles pararam de atacar porque não estavam mais com fome? É uma pergunta muito replicada por pesquisadores e veterinários que não engoliram essa justificativa”, conclui.
*** Informações com 👉 Repórter MT
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