quarta-feira, 26 de maio de 2021

Polícia Civil orienta população sobre prevenção e denúncias de crimes cibernéticos.

Com o avanço da tecnologia e das facilidades que a Internet proporciona aos seus usuários, está cada vez mais fácil a realização de operações por meio do celular. Além da mobilidade, os usuários ganham tempo e têm a facilidade de acesso na palma da mão. Porém, é necessário que a população esteja atenta a possíveis crimes no ambiente digital que estão cada vez mais comuns nesses tempos de pandemia da Covid-19.
As ações criminosas deixaram de ser uma prática específica do espaço físico e passou a acontecer de forma cada vez mais constante no mundo virtual. Dessa forma, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) alerta a população sobre crimes de estelionato no ambiente digital. Os artifícios dos criminosos incluem o sequestro de dados, a retenção de contas em aplicativos de mensagens instantâneas e o envio de links maliciosos. É necessário ficar atento e rever constantemente os cuidados com a proteção digital.
Os casos de estelionato são reportados em Boletins de Ocorrências feitos em todas as delegacias do Estado, inclusive os feitos no site da Delegacia Eletrônica (Deletron), sem a necessidade de sair de casa para realizar o registro. As delegacias da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investigam os crimes. Os mais recorrentes, segundo o titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), são os estelionatos e os furtos mediante fraude. A unidade é especializada em investigar casos em que o montante investigado seja equivalente ou superior a 80 salários mínimos.
“Parte dessas ocorrências são oriundas de outros estados, para onde são remetidas, em virtude do local de consumação do crime. Muitos golpes são aplicados aqui no Ceará. Nessa situação, a Polícia Civil encaminha para o estado de origem, repassando informações e atuando de forma conjunta para a elucidação do caso”, explica Andrade Júnior, titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) da PCCE.
Ação dos criminososEm crimes de estelionato virtual, a vítima é induzida ao erro por achar que está favorecendo alguém a quem possua algum vínculo, quando, na verdade, está caindo em um golpe. Um dos crimes mais recorrentes nessa linha é a clonagem da conta de WhatsApp, em que o criminoso se passa pelo usuário da conta do aplicativo pedindo, por exemplo, para realizar transferências bancárias. Nesse caso, a PCCE orienta não repassar nenhum valor para terceiros sem antes se certificar pessoalmente ou por meio de uma ligação telefônica, por exemplo, que se trata da pessoa que entrou em contato com você.
Outro exemplo é quando criminosos estabelecem um relacionamento virtual, vindo a pedir fotos íntimas da vítima e depois fazem exigências, como a cobrança de valores em dinheiro, mediante ameaça de vazar os arquivos de cunho íntimo na internet. “Dessa forma, o ideal é proteger a imagem, não enviando conteúdo comprometedor a terceiros”, enfatiza Andrade Júnior.
Em casos de furtos mediante fraude, Andrade Júnior explica como acontece a abordagem às vítimas. “Os infratores clonam cartões, realizam compras em nome dela sem conhecimento ou consentimento. Em situações como essa, a PCCE orienta evitar passar dados pessoais para pessoas ou empresas desconhecidas; consultar avaliações; reputação do vendedor; não clicar em links ou fornecer senhas e códigos recebidos por meio de SMS (mensagem de texto). Outra dica importante é sobre a criação de senhas, por exemplo, utilizando letras maiúsculas e minúsculas, números, caracteres especiais para dificultar as tentativas de roubo de senhas. Evitar criar senhas com o próprio nome ou utilizando data de aniversários, embora seja fácil memorizá-las, para os criminosos é simples de identificar”, explica o delegado.
Em tempos de pandemia, em que a população está em isolamento social e muitos trabalhadores estão em home office (trabalho remoto), é comum que o uso da Internet seja frequente, no intuito de realizar transações bancárias, fazer compras e outros tipos de acessos que podem ser realizados remotamente. Contudo, o aumento da utilização das ferramentas digitais abre precedentes para que criminosos captem novas vítimas, ressalta Andrade Júnior.
Tipos de golpes deste crimes de estelionato no WhatsAppA PCCE alerta, também, para possíveis casos de estelionato aplicados em vítimas que residem no Estado por meio de aplicativos de mensagens. Criminosos vêm aplicando golpes utilizando o meio digital enviando mensagens pelo WhatsApp para confirmação de códigos, e assim, se apropriarem do aplicativo das vítimas. Muitos utilizam perfis de instituições públicas ou privadas, como por exemplo, instituições financeiras ou de saúde, como meio de captar as vítimas.
*** Informações com 👉 SSPDS
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