sexta-feira, 9 de abril de 2021

‘Fui parar na delegacia’, diz Carla Prata sobre relacionamento abusivo

A modelo Carla Prata relembrou os três relacionamentos abusivos que viveu em uma conversa com o designer de interiores Júnior Pacheco, que vem realizando várias entrevistas com famosos para o seu programa Porta Aberta, no Youtube. Atualmente solteira, Carla diz que está mais exigente.
(..) “Quando você é mais nova quando você é mais frágil quando tem algumas coisas envolvidas no relacionamento. Você fica com medo, você fica com receio sabido que as pessoas vão achar. Você fala assim: ‘não, eu vou perdoar, porque a pessoa falou que vai mudar, mas não muda, sabe. Não muda”, começou ela.
(..) “Fui passando por uma coisa ou outra até chegar agressão física realmente, nesse relacionamento que eu estou contando, que foi quando era bem mais nova e eu fui parar na delegacia. Minha funcionária falou: ‘você precisa denunciar isso, porque não é normal’. Então, mas mesmo assim a nossa justiça é demorada e não deu em nada, mesmo. Já passei por poucas e boas”, completa Carla, que decidiu não revelar os nomes dos ex abusivos.
Carla comentou que aprendeu muitos com os relacionamentos em que foi colocada no papel de vítima e hoje se sente muito mais preparada para não se envolver com quem não tem uma boa índole. “Hoje é assim: eu sou muito decidida e esse aprendizado me serviu para ver o tipo de homem que eu não quero. Então, depois desse relacionamento que foi super hiper ultra abusivo, a pessoa era alcoólatra, me batia e eu chorava, e ele me deixava em casa sozinha e ia para farra. Eu tinha medo de denunciar, tinha medo de terminar, ele falar ‘você não arrumar ninguém’ e aquilo ali entrava na minha cabeça. ‘Você não vai arrumar ninguém, ninguém’. Quando o cara é abusivo ele faz isso, ele faz você acreditar que ninguém vai te querer, faz você acreditar que você não vale nada.”
Carla contou que teve outro relacionamento que não chegou ao ponto de agressões físicas, mas também foi abusivo. “Foi mais de dois anos e ele era abusivo, mas ele não chegou a encostar a mão em mim, não gritava comigo. Era uma outra situação psicológica: ele era muito ciumento, conseguiu afastar minhas amigas, minha família. Então, o dia que ele me pediu em namoro eu falei assim: ‘olha, eu adoro Carnaval’ e ele falou que jamais ia tirar meu Carnaval.
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