quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Profissionais de bares e restaurantes bloqueiam avenidas em protesto e pedem revisão de decreto do Governo Ceará.

Representantes do setor de bares e restaurantes se mobilizam, na manhã desta quinta-feira (04-02-2021), em frente à Assembleia Legislativa do Ceará (Alce), pedindo revisão das medidas sanitárias contra a Covid-19 no Ceará. A manifestação é organizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE) e espera cerca de mil pessoas no local.
O presidente da Abrasel, Taiene Righetto, indica que a decisão do Governo do Estado deve aumentar a mortalidade dos restaurantes da Capital, antes estimada em 40% devido à pandemia, para 50%.
A entidade pontua que, antes da pandemia, Fortaleza tinha 6 mil bares e restaurantes, mas estão funcionando entre 3,5 mil e 4 mil estabelecimentos. Caso o decreto se mantenha, o número de empreendimentos deve chegar a 3 mil.
O conselheiro da Abrasel, Rodolphe Trindade, e o presidente da entidade entraram na Assembleia para pedir que a decisão seja revertida e alertar sobre os impactos que a medida deve causar no setor. O deputado Delegado Cavalcante também esteve no local conversando com policiais para mediar o encontro. O Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), da Polícia Militar do Ceará (PMCE), está no local para reforço da segurança. As duas mãos da Avenida Pontes Vieira estão bloqueadas nas proximidades da Assembleia.
O governo do Ceará
anunciou, na noite da terça-feira, que estabelecimentos comerciais que ofereçam atividades econômicas não essenciais em Fortaleza só poderão funcionar até as 20h. Nos fins de semana, o serviço de alimentação fora do lar só pode abrir até as 15h. A medida vale pelos próximos 15 dias.
Uma das solicitações do setor é de que o decreto seja revisto e volte a permitir o funcionamento dos estabelecimentos até as 23h. Os representantes alegam que, indo até mais tarde, os locais não ficam com público concentrado em um só horário.
Outra manifestação já foi marcada pelos trabalhadores do setor, que buscam ser ouvidos pelo líder do Governo e pelo presidente da Assembleia. "A gente precisa só que o governo escute a gente. A gente quer trabalhar correto, com protocolo", diz Flávio Renan Marinho, proprietário de restaurante e um dos organizadores da manifestação.
O Diário do Nordeste entrou em contato com o Governo do Estado para obter posicionamentos sobre o caso, mas ainda não obteve retorno.
*** Informações com 👉 DIÁRIO DO NORDESTE.
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