sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Ex-desembargador é preso nesta sexta (19) no Bairro Cocó, em Fortaleza; ele é acusado de venda de sentenças.

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (19-02-2021), um ex-desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE). Segundo a corporação, o magistrado já foi condenado em definitivo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na Operação Expresso 150, que apura esquema de venda de liminares durante plantões do TJ-CE, e foi preso em sua residência, no bairro Cocó.
A PF não divulgou o nome do magistrado preso, mas a idade e o tempo de pena publicados em nota da corporação coincidem com o caso de Carlos Feitosa, 71, condenado pelo STJ em abril de 2019 a três anos, dez meses e 20 dias de reclusão, dentro dos desdobramentos da Expresso 150.
Na condenação específica que motivou a prisão, Feitosa foi sentenciado pelo crime de concussão, acusado de "extorquir" pelo menos dois servidores do TJ-CE. O ex-desembargador responde ainda a outra ação penal no STJ dentro do escopo da Operação. Neste outro processo, Feitosa já foi condenado a 13 anos, oito meses e dois dias de prisão por corrupção passiva, mas o caso ainda está em fase de recurso.
Carlos Feitosa já estava afastado do cargo desde junho de 2015, quando o STJ determinou, além do afastamento do magistrado, uma busca e apreensão de documentos dentro de seu gabinete no TJ-CE. Em setembro de 2020, Feitosa foi punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na via administrativa, com pena de aposentadoria compulsória.
Expresso 150Carlos Feitosa é acusado de participar, junto com o filho, o advogado Fernando Feitosa, de um esquema que vendia alvarás de soltura para presos no Ceará. Outros ex-desembargadores do TJ-CE são acusados de “comércio” semelhante, que ocorria nos plantões judiciais e era discutido pelo WhatsApp. Cada decisão chegava a custar até R$ 150 mil, por isso o nome Expresso 150.
Entre os beneficiados pela concessão de habeas corpus do esquema, estariam presos envolvidos em crimes graves, como homicídios e tráfico de drogas. Em sua defesa, Carlos Feitosa negou as acusações, afirmando que as trocas de mensagens que discutiam a venda de sentenças, interceptadas pela Polícia, não teriam passado de "brincadeira entre amigos e mera simulação de atos de corrupção".
*** Informações com 👉 JORNAL O POVO
ATENÇÃO: 👉 SE INSCREVA NO NOSSO CANAL DE VÍDEOS - 👌  Clique Aqui
Espaço reservado para a sua propaganda, seja nosso parceiro e veja sua "marca", sua propaganda ganhar foco na grande mídia da internet; afinal!!! "Quem não é visto, não é lembrado". Ligue agora: 👉 (88) 9.9688-9008. O preço cabe no seu bolso.

0 comentários:

SITES OFICIAIS E REFERÊNCIA

Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket

SITES E PORTAIS DE NOTÍCIAS

Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket

RÁDIOS PARCEIRAS DO AI

Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket

POSTAGENS MAIS LIDAS