domingo, 14 de fevereiro de 2021

Ceará sem Carnaval: foliões aliviam saudade com 'festa virtual' e isolados em casa.

O que restou de confete, glitter e fantasia do ano que passou está escondido nas gavetas da saudade que 2021 deixará. Sem carnaval, o Brasil é um pouco menos Brasil. E ao folião cabe buscar alternativas para atravessar esse período de pandemia sem perder a esperança de festejar como se gosta num futuro breve. 
Da janela de casa, na Rua João Cordeiro, a arquiteta Tatiana Medina suspira a ausência do burburinho clássico desse período. “Quando vim morar aqui, em 2012, já fui alertada: (pré)-Carnaval, ou fica ou sai logo cedo e volta tarde, porque tem muita gente e ainda passa o Bloco Cheiro. E é desse jeito! Nossa varanda passou a ser o camarote todo ano”, recorda.
Ver vídeos na galeria do celular desse tempo que passou é o único conforto de Tatiana diante da necessidade de distanciamento social. “Saudade vai ter sim, mas com a certeza de que quando passar tudo isso, poderemos curtir com saúde e segurança outros carnavais. Espero que já em 2022, é claro!”, projeta.
Para o fotógrafo Igor Barbosa, a festa é sinônimo de liberdade, daí ser tão conflitante com o enclausuramento provocado pela pandemia. “Esse ano naturalmente é um ano triste. Nós somos muito sociáveis, então vai ser difícil por estarmos isolados”, entende.
O carnaval de Igor, no entanto, é maior que a pandemia, por isso planeja festejar em casa, ouvindo as músicas que gosta, fazendo videochamadas e aproveitando as lives programadas para esses dias. “Quero manter esse espírito independentemente do local, pois o Carnaval vive em mim”, afirma o fotógrafo.
Projeto virtual
Quando chegar a “quarta-feira de cinzas”, conheceremos visualmente a história do ano sem Carnaval, por meio de um webdoc produzido por um grupo de amigos comunicadores residentes no Ceará. Quem explica melhor essa proposta é Marcela Benevides, uma das idealizadoras do projeto @saudadesdefevereiro no Instagram.
“A gente entrevistou pessoas que estavam inseridas no ciclo carnavalesco de Fortaleza, além de um ambulante que ficava nas redondezas da Rua dos Tabajaras pra vender bebidas durante esse período”, destaca ela, que desenvolveu o trabalho com Bianca, Lia, Roberto, Márcio e Maurício. 
O que virá em 2022 ainda é incerto, mas, no que depender desses corações carnavalescos, não ficaremos sem memórias festivas, mesmo em isolamento.
*** Informações com 👉 DIÁRIO DO NORDESTE
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