terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Bombeiros resgatam cobra no telhado de refeitório de empresa no Bairro Cajazeiras, em Fortaleza.

Bombeiros Militares resgatam cobra da espécie jiboia do telhado do refeitório de uma empresa de Mármore e Granito na Rua Francisco José Albuquerque Pereira, no Bairro: Cajazeiras, em Fortaleza, na Área Integrada de Segurança 7 (AIS 7). A Coordenada Integrada de Operações de Segurança (Ciops) acionou a guarnição de busca e salvamento 2, da 2ª Companhia do Batalhão de Busca e Salvamento (2ªCia/BBS) por volta das 12h37, desta segunda-feira (11-01-2021). A cobra tem aproximadamente 1,80m e foi devolvida ao seu habitat.
Segundo a solicitante, Senhora Glaucia, “uma cobra de grande porte se encontra no refeitório da empresa”, declarou a funcionária do setor de Recursos Humanos. A guarnição da 2ªCia/BBS, com sede no Cambeba, foi composta pelo: Subtenente Mourão, Cabo Juliano, Soldado Leoniza e Soldado e Soldado Hellen Prado e se deslocaram na viatura de Auto Salvamento 42 (AS 42).
Incidência de cobrasNo Brasil, é registrada uma média de 30 mil acidentes ofídicos por ano, sendo a incidência de picadas de cobras peçonhentas maior nessa época do ano, março a agosto. Nessa época do ano, as cobras procriam mais. Isso porque os animais armazenam sêmen e só o liberam quando há possibilidade de o filhote ter comida. O alimento, no caso, é o rato, que se multiplica com o maior acúmulo de lixo.
Conforme explica o Capitão Filipi Ribeiro da 2ª Companhia do Batalhão de Busca e Salvamento (2ª Cia/BBS), o perigo aumenta na zona rural. “Na roça, muitas pessoas não usam bota, luva e, quando limpam o terreno ou pegam em madeira não olham direito o local. Nas cidades é cada vez mais comum encontrar cobra em motor de carro”, comentou o Capitão.
O Capitão informa que, no Ceará, a maioria das vítimas são homens de seis a 70 anos na zona rural. Ainda de acordo com o major Melo, as ocorrências se dão mais entre 4 e 7 horas da manhã e entre 17 horas e 18h30min, em locais úmidos, de vegetação rasteira e perto de rios, mangues, lagoas e terrenos baldios, normalmente em locais escuros e fechados.
Segundo o major do BBS, a serpente peçonhenta mais comum no Estado é a Jararaca. Já a Cascavel aparece mais em regiões secas, áridas e com muitas pedras, como em Quixadá. A Coral é mais urbana, fica onde há muito lixo, mas prefere local subterrâneo. Em Fortaleza, as cobras aparecem mais na periferia, em especial perto de lagoas e rios. Perto do mar não, mas o bairro Pirambu foge à regra devido ao lixo.
De um modo geral, as cobras se alimentam à noite. Por conta disso, quando picam uma pessoa durante o dia, a quantidade de veneno é menor porque este já foi depositado em outros animais. Em compensação, “em quem é picado à noite normalmente a ação do veneno é total”, como explica o Capitão Filipi.
*** Informações com SSPDS
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