quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Fake news sobre as vacinas para Covid-19 podem atrapalhar imunização

No Brasil, uma pesquisa realizada pelo Datafolha revelou que 9% da população não quer se vacinar contra a Covid-19. E essa, acredite, não é uma tendência exclusiva de parte dos brasileiros.
No Reino Unido, o instituto Ipsos Mori revelou que 16% dos britânicos não tomariam a vacina se ela estivesse disponível atualmente. Já nos Estados Unidos o número é ainda maior, de acordo com o instituto Gallup: um em cada três pessoas afirmaram a mesma coisa. 
Agora, pesquisadores e autoridades de saúde temem que os ataques às vacinas e o aumento da circulação de fake news relacionada comprometa, em certa medida, os esforços para imunizar a população e conter o avanço da pandemia.
Principais tipos de fake news sobre as vacinas para covid-19
Com a crescente expansão de grupos antivacina nas redes sociais, uma parte deles no Brasil, informações falsas sobre vacinas para o combate à Covid-19 começam a ser fortemente divulgadas.
Entre os principais temas das fakes news estão:
A vacina irá modificar o DNA dos seres humanos.
A vacina contém na sua composição células de fetos abortados.
As vacinas são parte de uma conspiração de Bill Gates para implantar microchips em seres humanos.
Voluntários dos testes já morreram por terem se submetido ao uso das vacinas.
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou instituições e autoridades sobre o que chamou de “infodemia”. Elas consistem em teorias da conspiração, fake news, rumores e outros conteúdos divulgados em torno da pandemia, que contribuem para aumentar os casos e as mortes por Covid-19.
A fake news: “ingerir álcool com uma alta concentração pode desinfetar o corpo e matar o vírus”, uma das mais veiculadas, fez cientistas estimarem que 5.876 pessoas foram hospitalizadas, 800 mortas e 60 ficaram cegas.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, afirmou que a desinformação sobre as vacinas é uma grande ameaça à saúde global e pediu, ainda, ajuda do Facebook, Google e Twitter nesse combate.
“As principais organizações digitais têm uma responsabilidade: garantir que seus usuários possam acessar informações sobre vacinas e saúde. Queremos que os atores digitais façam mais para tornar conhecido em todo o mundo que vacinas funcionam”, disse Adhanom.
*** Informações com: Sarnamed
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