terça-feira, 25 de agosto de 2020

Secretário de Saúde do Distrito Federal é preso na manhã desta terça-feira (25)

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo, foi preso preventivamente na manhã desta terça-feira (25) no apartamento onde mora, no Noroeste. Francisco é investigado em operação que apura fraudes na compra de testes de detecção do novo coronavírus.
Segundo o Ministério Público (MPDFT), responsável pela ação, alguns servidores estariam se organizando para fraudar licitações e comprar testes IgG/IgM de baixa qualidade e com preços superfaturados.
Duas compras de testes são investigadas pelo MPDFT. Em uma delas, a fornecedora dos exames é uma empresa do ramo de brinquedos infantis. Ao todo, o prejuízo aos cofres públicos do DF gira em torno de R$ 18 milhões.
A prisão de Francisco Araújo é preventiva. Isto é, não há prazo para a soltura até que haja nova definição nas investigações.
Agentes cumprem outros sete mandados de prisão e 44 mandados de prisão, expedidos pelo desembargador Humberto Uchoa, em oito estados brasileiros: Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Bahia.
No DF, também foram presas outras quatro pessoas ligadas à Secretaria de Saúde e uma ligada ao Laboratório Central (Lacen). São eles:
Eduardo Hage, subsecretário de Vigilância à Saúde;
Eduardo Seara Machado Pojo do Rego, secretário-adjunto de Gestão em Saúde;
Ramon Santana Lopes Azevedo, assessor especial da Secretaria de Saúde;
Ricardo Tavares, ex-secretário-adjunto de Assistência à Saúde;
Jorge Antonio Chamon Junior, diretor do Lacen.
Primeira fase
A segunda fase da operação Falso Negativo dá continuidade às investigações, iniciadas há dois meses. No dia 2 de julho, foram cumpridos 81 mandados de busca e apreensão em mais de 20 cidades de todo o Brasil. A ação tem esse nome porque, como os testes seriam de baixa qualidade, é provável que eles apontem resultados positivos ou negativos de forma falsa.
As investigações são do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Procuradoria-Geral de Justiça do MPDFT. São apurados crimes de organização criminosa, fraude em licitação, cartel, lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ativa.
O Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Saúde não haviam se manifestado até a última atualização desta reportagem.
 *** Informações com: Jornal de Brasília
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