domingo, 30 de agosto de 2020

Eleições 2020: Partidos se adaptam para realizar convenções em formato inédito no Ceará

Com o cenário de pandemia ainda instalado, partidos políticos no Ceará estão se adaptando para realizar as convenções partidárias em um formato inédito, sem aglomerações características dos eventos de anúncio de candidaturas e de formação de coligações para chapas majoritárias. Entre os modelos permitidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão o presencial e o virtual, com a possibilidade ainda de uma junção entre os dois. Dirigentes de agremiações dizem que o principal desafio é engajar os apoiadores virtualmente, já que, no formato tradicional, eles tornam os eventos uma grande 'festa'.
O período de convenções para anúncio de candidaturas começa amanhã (31) em todo o País e vai até 16 de setembro. Mesmo com a proximidade do período, alguns partidos ainda negociam alianças, em especial na Capital.
Mesmo as legendas que optarem por uma convenção presencial não poderão ter aglomerações e deverão obedecer as regras sanitárias vigentes. Já os que optarem pelo modelo virtual terão autonomia para escolher ferramentas tecnológicas, além de maior flexibilização para registro de presenças na ata do evento.
Para tentar ter êxito entre filiados e população, as agremiações começaram a capacitar pré-candidatos a utilizar melhor as redes sociais, além de apostarem em engajar a militância. Para alguns dirigentes cearenses, a pandemia também ajudou na adaptação aos formatos virtuais.
O termômetro desse engajamento, no entanto, só poderá medido durante as convenções. Muitos partidos devem apostar em 'lives' nas redes sociais para alcançar público. Apesar disso, as transmissões ao vivo não poderão contar com apresentação de artistas, remunerados ou não. A determinação foi anunciada pelo TSE na última sexta-feira (28), após consulta do Psol.
Estratégias - Entre as principais estratégias dos partidos para alcançar o eleitorado, está a mobilização de filiados na captação de apoiadores para assistir às 'lives' e anunciar os candidatos após os eventos. As legendas também têm buscado orientar pré-candidatos sobre como devem se comportar no momento da convenção e após o evento, para evitar deslizes que possam caracterizar ilícitos eleitorais.
Algumas agremiações vão além e também opinam sobre como os pretensos postulantes devem se vestir, com alguma cor que remeta à legenda, sobre a montagem de cenários para 'lives', criação de adesivos e personalização de máscaras. Os métodos pretendem ajudar na identificação dos candidatos, de seus apoiadores e de seu campo ideológico.
Além disso, dirigentes acreditam que os eventos serão mais baratos para as agremiações neste ano, pois exigirão menos aparatos físicos. Até os que vão alugar um espaço estimam uma queda no valor a ser gasto. Os que irão aderir ao modelo virtual dizem que o custo é quase zero.
Atuação deve ser mais intensa nas redes sociais - De olho no pleito deste ano, parlamentares e pré-candidatos já têm intensificado a presença na redes sociais na pré-campanha. A atuação de alguns ficou ainda mais forte durante a pandemia, por conta das restrições sanitárias, e deve se intensificar ainda mais no período de campanha. É o que avaliam publicitários que atuam com marketing político entrevistados pela reportagem.
De acordo com eles, as redes sociais que devem gerar um maior alcance do eleitorado são o Facebook e o Instagram, além do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. O publicitário Ricardo Alcântara, especialista em comunicação eleitoral, explica que tal fenômeno não é novo e tende a ser cada vez mais comum por conta do crescimento do público nas plataformas digitais.
"Esse é um processo que vem ocorrendo no Brasil e no mundo inteiro. Nas últimas eleições, isso se intensificou muito com a eleição do presidente (Jair) Bolsonaro, que foi uma candidatura que se constituiu praticamente inteira nas redes sociais", lembra Alcântara.
Ele acrescenta que, diante disso, políticos da "velha guarda", mais velhos, estão sendo forçados a se alfabetizar digitalmente para não ficar para trás e se comunicar com o eleitorado nas diferentes plataformas. Além disso, ele destaca que o eleitorado também passa a ter um acesso mais fácil aos representantes para fazer cobranças. Por isso, segundo ele, é como se os políticos "estivessem em constante campanha".
O publicitário Marcelo Lavor também observa que, nas redes sociais, é possível segmentar o público e impulsionar conteúdo de acordo com os interesses dos candidatos. No entanto, mesmo na pandemia, ele ressalta que, em alguns locais do interior, por exemplo, a atuação corpo a corpo é mais difícil de ser substituída pelas redes sociais, porque muitas pessoas não têm acesso à internet.
"São tantas as possibilidades nas redes sociais, mas é preciso ter estratégias. A população também está informada. No marketing político, é preciso uma boa estratégia para não se comunicar de maneira errada e saber o que funciona. Em locais onde o sinal de internet é muito precário, quase não se usa rede social, o que funciona para levar a informação é o rádio", pontua Marcelo Lavor.
*** Informações com DIÁRIO DO NORDESTE
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