quarta-feira, 3 de junho de 2020

Vídeo mostra agressão contra a médica que reclamou de uma festa clandestina em plena pandemia; “Me seguraram, me enforcaram, até que eu desmaiei; assista

Imagens feitas no último sábado (30) a tarde mostram parte da confusão envolvendo uma médica que contou ter sido espancada no Grajaú, Zona Norte do Rio, após reclamar de uma festa e danificar um veículo de um dos participantes. Acabou com fraturas no joelho esquerdo, pescoço e duas mãos.
Nas fotos, é possível ver um homem carregando a médica Ticyana D’Azambujja, de 35 anos, enquanto um homem e uma mulher seguem os dois. A mulher parece estar puxando o cabelo da médica. As imagens também mostram pessoas separando uma briga entre frequentadores da festa e vizinhos.
A Polícia Civil já identificou um suspeito das agressões a médica. Luiz Eduardo Salgueiro é PM e teve o vidro do caro quebrado por ela.
Ticyana D’Azambujja procurou a 20ª DP (Vila Isabel) nesta segunda-feira (1) para prestar queixa por agressão. Ela contou ter sido espancada por várias pessoas no sábado (30) após, muito irritada, quebrar o vidro de um carro ao tentar dar fim a uma festa na casa vizinha ao prédio onde mora no Grajaú, Zona Norte do Rio.
Ticyana chegou à delegacia com uma mão engessada, a outra imobilizada e uma das pernas também. Imagens feitas na hora da confusão mostram a médica sendo levantada por um homem enquanto outro se aproxima.
Ao RJ1, contou que as festas na casa vizinha são recorrentes e que ela já não aguentava mais não poder descansar na própria casa. Anestesista e intensivista, ela trabalha diretamente na linha de frente do tratamento da Covid-19 em hospitais da rede pública e privada do Rio e Niterói.
“Fazia dias que eu já não podia nem dormir mais no meu quarto, tinha que dormir na sala, estava com um colchonete. Eu tinha um plantão no sábado à noite. No dia anterior eu já tinha feito um plantão de 24 horas”, contou a médica.
Segundo ela, o som da festa é tão alto que chega a fazer vibrar os vidros do seu apartamento. Ela afirma que já se cansou de acionar a polícia por conta das festas promovidas na casa em meio à pandemia do coronavírus.
“Eu já liguei inúmeras vezes para a polícia, os meus vizinhos ligaram inúmeras vezes para a polícia. A gente tentou por todas as vias legais. A gente ligou para os Bombeiros. E aí eu não aguentei mais e tentei dar um basta naquela situação. Interfonei, tentei conversar com os rapazes e, obviamente, eles não iriam parar a festa por causa daquilo. Estavam até com música ao vivo”, disse.
“Num ato inconsequente, irracional e impensado eu quebrei o vidro de um carro que estava parado na calçada. Assim, eu pensei que pelo menos eles iriam sair e a gente poderia tentar conversar. Só que não pensei que cinco marmanjos iriam vir para tentar me matar, e foi o que aconteceu”, contou.
“O que mais me doeu foi ver as pessoas passando. As pessoas passavam por mim, viam o meu pedido de socorro e não fizeram absolutamente nada. Eles [os agressores] me arrastaram, me levaram de volta em frente à casa, quebraram meu joelho e pisotearam as minhas duas mãos”, destacou.
Diante da negligência de vizinhos, a médica disse ter “perdido a fé na humanidade”. Depois de ter buscado atendimento médico, ela procurou abrigo na casa do pai. Para se proteger, decidiu expor o caso.
“Eu temi muito pela minha segurança. Então, eu pensei que a forma mais inteligente de garantir a minha proteção seria expor a minha história ao máximo, para garantir a minha segurança e a do meu filhinho. Então, hoje em dia, todo muito saiba que se acontecer alguma coisa comigo, foram esses caras”, disse.
Vídeo:
#fiqueemcasa
*** Informações com: G1 
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