sexta-feira, 5 de junho de 2020

Bolsonaro, em discurso nesta sexta (05), chama manifestantes pró-democracia de 'marginais, terroristas, desocupados e maconheiros'. Assista

O presidente Jair Bolsonaro, em discurso nesta sexta-feira (05-06-2020), chamou manifestantes dos atos pró-democracia de "marginais, terroristas, desocupados e maconheiros".
Bolsonaro se referiu a atos recentes em São Paulo e em Curitiba. Na capital paulista, no último domingo (1º), o ato em defesa da democracia começou pacífico, mas depois teve confronto com a polícia. Em Curitiba, o ato foi pela igualdade racial. No fim da manifestação, houve registro de vandalismo e confronto com a polícia.
"Estamos assistindo agora grupos de marginais terroristas querendo se movimentar para quebrar o Brasil. Esses marginais fizeram uma ação em São Paulo. Esses terroristas voltaram logo depois para alguma ação em Curitiba. Estão nos ameaçando", disse o presidente na inauguração de um hospital de campanha para infectados com a covid-19 em Águas Lindas, cidade goiana no entorno do Distrito Federal.
Os atos pró-democracia são uma resposta a manifestações de apoiadores do governo, que fazem reivindicações ilegais e antidemocráticas, como o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Covid-19 - No discurso, o presidente não comentou o fato de o Brasil ter registrado, na quinta-feira (4), o recorde de mortes por covid-19 em um único dia (1.473 ). O país tem agora 34.021 vítimas fatais da doença e se tornou o terceiro do mundo com mais registros de mortes. Bolsonaro também não dirigiu palavras de lamento às famílias das vítimas.
Armas - Sem dar detalhes, o presidente disse no discurso que "brevemente" serão lançadas medidas que vão baratear a importação de armas. Segundo ele, a iniciativa vai se boa para "o pessoal dos artigos 142 e 144" da Constituição.
O artigo 142 diz que as Forças Armas "destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem".
O artigo 144 lista as instituições que são responsáveis pela segurança pública (polícias e bombeiros) e afirma que o objetivo da atuação é a "preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio".
"Brevemente nós vamos poder importar armas de uso pessoal sem imposto de importação. Então é boa medida que vai ajudar todo o pessoal do artigo 142 e 144 da nossa Constituição. E também vamos atingir aqui o pessoal de segurança das casas legislativas estaduais e federais", disse o presidente.
Inauguração do hospital de campanha - O presidente, que não usava máscara de proteção, chegou a Águas Lindas de helicóptero, acompanhado dos ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Braga Netto (Casa Civil) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).
Bolsonaro desembarcou sem máscara de proteção contra o contágio pelo coronavírus e cumprimentou pessoas com a mão. Ambas atitudes vão contra as recomendações de autoridades sanitárias. Ao se dirigir para o local da inauguração, o presidente tropeçou em uma mangueira e teve que se apoiar no chão para não cair completamente.
Esse é o primeiro hospital de campanha construído pelo governo federal e custou R$ 10 milhões. Foi anunciado no dia 7 de abril e concluído de 23 do mesmo mês. Porém, só foi transferido para o governo estadual um mês depois.
#fiqueemcasa
*** Informações com G1 - VÍDEO B DO BRASIL.

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