sexta-feira, 17 de abril de 2020

Policiais dispersam carreata que pedia fim de isolamento social nesta sexta (17), em Fortaleza

Ao som do Hino Nacional e de gritos de "queremos trabalhar", manifestantes percorreram de carro as ruas de Fortaleza na tarde desta sexta-feira (17-04-2020) e se aglomeraram na Praça Portugal, no Bairro Aldeota, para pedir o fim das medidas de isolamento social estabelecidas por decreto do Governo do Ceará.
A manifestação reuniu apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que vestiam camisas com o rosto do presidente e nas cores verde e amarelo. Alguns estampavam, nos carros, adesivos com críticas ao governador Camilo Santana (PT).
Em 19 de março, o governador Camilo Santana publicou um decreto determinando a suspensão de atividades não essenciais para conter a proliferação do coronavírus. O estado é atualmente um dos mais afetados do país, com mais de 2,6 mil pessoas infectadas e 149 óbitos.
O Batalhão de Choque esteve no local e tentou conversar com as pessoas para que encerrassem a aglomeração, mas o grupo só se dispersou ao ser avisado de que a Autarquia Municipal de Trânsito de Fortaleza (AMC) estava chegando ao local para multar os carros estacionados irregularmente ao redor da Praça.
Ao saírem da Praça Portugal, os carros foram dirigidos até a Praça da Imprensa, no bairro de Dionísio Torres. A região é uma das que mais têm casos registrados da Covid-19.
Proibição - O Ministério Público do Ceará (MPCE) e o Ministério Público Federal no Estado (MPF-CE) enviaram recomendação nesta sexta-feira (17) aos órgãos de segurança pública do estado para que adotem as providências necessárias para evitar carreatas e quaisquer manifestações semelhantes em Fortaleza e outros municípios cearenses. O foco é evitar a proliferação da Covid-19.
A medida considera que indivíduos e organizações têm usado as redes sociais para convocar a população para participar de carreatas contra as medidas de isolamento social. O governador Camilo Santana decretou em 19 de março o fechamento do comércio não essencial no estado para evitar a propagação da doença.
Caso a recomendação não seja acatada, o Ministério Público pode adotar outras medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis, como o ajuizamento de uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
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#fiqueemcasa
*** Informações com G1-CE
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