terça-feira, 10 de março de 2020

Justiça nega prisão domiciliar para Ronaldinho e irmão

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, seguirão presos preventivamente em Assunção, no Paraguai. A decisão foi tomada nesta terça-feira pelo juiz Gustavo Amarrilla, que não aceitou a argumentação da defesa do ex-jogador. Eles já passaram as últimas quatro noites num presídio de segurança máxima, acusados de terem entrado no país com passaportes adulterados.
A defesa vai recorrer da decisão. Um recurso será apresentado ainda nesta terça-feira ao Tribunal de Apelações, de segunda instância.
Cada hora o Ministério Público tem uma desculpa diferente. Agora eles querem mais prazo para periciar os celulares. Isso está com eles desde a semana passada. Mas só agora pediram isso - disse Sergio Queiroz, advogado da família Assis, que não quis gravar entrevista.
O Ministério Público foi autorizado a fazer uma perícia nos celulares de Ronaldinho Gaúcho e Assis. A expectativa é de que isso ajude a investigar outros crimes cometidos por outras pessoas.
Se mantém a medida cautelar de prisão na Agrupación Especializada. A investigação tem menos de uma semana. E está ficando claro o tamanho deste caso, com novas revelações. É de responsabilidade minha, do poder judicial, garantir a continuidade dessa investigação. Não podemos correr o risco de essa investigação acabar por causa de uma fuga ou de uma saída do Paraguai. A liberdade de Ronaldinho poderia significar obstrução da investigação ou fuga - declarou o juiz Gustavo Amarilla.
Ao contrário do que havia sido dito anteriormente pelo promotor Osmar Legal, o Ministério Público do Paraguai se opôs à medida de prisão domiciliar e apresentou os argumentos na audiência desta terça.
O Ministério Público sustentou a sua posição de se opor à toda modificação à prisão preventiva. Se trata de uma investigação com atos que atentam contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai. Faz cinco dias que começou a investigação. Ainda se está estudando condutas individuais. Essas pessoas (Ronaldinho e Assis) não têm raízes (no Paraguai) - explicou o promotor Marcelo Pecci.
*** Informações com: G1
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