domingo, 15 de março de 2020

Incontinência: O problema debilitante que afeta 35,1% das mulheres

A Incontinência Urinária (IU) é uma doença que se caracteriza pela perda involuntária de urina e muitos dos casos diagnosticados podem estar associados à síndrome de Bexiga Hiperativa. Para assinalar a Semana da Incontinência Urinária e para saber mais sobre esta condição, o Lifestyle ao Minuto entrevistou a médica Alexandra Henriques, membro da equipe de Uroginecologia, e do Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução, no Hospital Santa Maria em Lisboa."O impacto é marcado nas várias dimensões da qualidade de vida destas mulheres, incluindo na sua integração social, sexualidade e auto-imagem. Isto traduz-se numa perturbação emocional que habitualmente se traduz por ansiedade e alguns sintomas depressivos. São mulheres que estão tristes com a sua situação, perturbadas com medo de cheirar mal e de ficarem molhadas/sujas", explica a médica Alexandra Henriques.
"Podem demonstrar ansiedade pelo receio de perder urina em ocasiões e locais com exposição pública. Por isso adotam comportamentos para evitar as perdas: deixam de ir ao ginásio, de fazer caminhadas, evitam eventos sociais, evitam beber água, controlam todos os sítios de modo a garantir que há um WC por perto, algumas evitam ter relações sexuais. É uma doença benigna com um grande impacto nas atividades do dia-à-dia mas este impacto depende do grau de aceitação e adaptação à incontinência urinária", acrescenta.
Um novo estudo realizado pelo departamento de ginecologia do Hospital de Santa Maria revela que a prevalência da Incontinência Urinária na Mulher é de 35,1%. Até ao momento, estimava-se que a prevalência da IU em Portugal era de 21,4% - dados de um estudo realizado em 2008 pelo Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina do Porto - e estudos europeus indicam uma prevalência a variar entre os 18 e os 42%.
A Bexiga Hiperativa (BH) consiste na contração involuntária dos músculos da bexiga enquanto esta se enche de urina e que pode levar as pessoas que dela sofrem a ter de ir à casa de banho mais de oito vezes por dia e duas a três vezes por noite, sendo que em vários casos as pessoas não chegam a ter tempo de chegar à casa de banho, o que tem um grande impacto na vida dos que sofrem desta patologia.
O estudo do departamento de ginecologia do Hospital de Santa Maria, que foi realizado entre setembro e outubro de 2017 através de questionários realizados no grupo de farmácias Holon e que contou com 2226 mulheres inquiridas com idades entre os 19 e os 90 anos, mostra que das 781 (35,1%) mulheres que revelaram ter tido perdas de urinas nas últimas duas semanas, 8,2% tinham obesidade (IMC superior a 30kg/m2), 14,3% referiam ser fumadoras, 80,2% tiveram pelo menos um parto vaginal, 76,2% estavam em pós-menopausa, 27,3% referem infebções urinárias de repetição e 15,2% tinham sido submetidas a histerectomia.
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