quarta-feira, 3 de julho de 2019

Brasil derrota Argentina com show de Daniel Alves e Gabriel Jesus, em jogo valendo vaga para final da Copa América.

O Mineirão é um estádio privilegiado. Em seis anos, recebeu a seleção brasileira em três semifinais. E fecha a década com um saldo positivo. Nesta terça-feira (02-07-2019), eliminou a rival Argentina da Copa América com uma vitória por 2 a 0, gols de Gabriel Jesus e Firmino, e vai decidir domingo, no Rio, o torneio contra Chile ou Peru, que jogam nesta quarta, em Porto Alegre. 
De quebra, vê o adversário completar um incrível jejum de 26 anos sem conquistas com sua equipe principal e apaga um pouco a má impressão deixada na última semifinal jogada na Pampulha, o fatídico 7 a 1 para a Alemanha, na Copa de 2014 - a outra semifinal que o estádio recebeu com o Brasil foi a da Copa das Confederações de 2013, quando fez 2 a 1 no Uruguai.   
Entre os jogos que o Mineirão recebeu na Copa América, o clássico foi, certamente, aquele que teve mais clima de um jogo por uma competição continental. Casa cheia, com o maior público pagante do torneio (53.235) e uma torcida que fez barulho o tempo todo - os argentinos, concentrados em algumas partes do estádio, fizeram sua parte, mas tiveram os gritos abafados constantemente, inclusive com direito a olé no final. A renda (R$ 18.744.445) foi a maior da história do Gigante da Pampulha, superando a final da Copa Libertadores de 2013, o jogo entre Atlético e Olimpia (R$ 14.176.146).  
A diferença entre um time com mais conjunto e taticamente mais bem resolvido e outro desorganizado e em formação ficou clara desde o início do jogo. O Brasil, que tem Tite no comando há três anos, é uma equipe compacta, que usou uma marcação avançada para dominar o meio-campo e atrapalhar o espaço criativo da Argentina, muito dependente de Messi e com o técnico Lionel Scaloni há poucos meses dirigindo a equipe. No ataque, com Firmino como referência na maior parte do tempo e Gabriel Jesus e Everton mais abertos, o Brasil ganhou terreno para se aproximar da sempre instável defesa argentina. Na defesa, sem rifar a bola, a saída de jogo brasileira foi sempre muito segura, de pé em pé. Quando a bola passou pelos volantes e zagueiros, Alisson fez sua parte - o goleiro brasileiro não tomou gols na Copa América. 
Para controlar o jogo, a Argentina fez muitas faltas e parou o jogo o máximo que conseguiu na primeira etapa. Ainda assim, a desconexão entre os setores e a dificuldade para fazer a ligação do meio com o ataque sempre fazia a bola ficar no pé do Brasil. A tática argentina de segurar o jogo para respirar e tentar, depois, equilibrar a partida, foi por terra com o gol brasileiro logo aos 18 minutos, com Gabriel Jesus, que trocou de posição com Firmino e recebeu um presente do atacante do Liverpool. 
Apesar do domínio territorial, o Brasil optou por controlar o jogo ao invés de tentar matar a partida ainda no primeiro tempo, o que permitiu que a Argentina se arriscasse um pouco mais. Mesmo sem organização, Agüero acertou a trave de Alisson.
No segundo tempo, como era de se esperar, a Argentina tentou correr atrás do prejuízo, chutou mais a gol e teve a posse de bola por mais tempo. Com Willian em campo no lugar de Everton, o Brasil se compactou ainda mais e soube administrar o volume de jogo maior do rival, que se lançou mais ao ataque. O golpe de misericórdia veio aos 25 minutos, em um rápido contra-ataque, quando Gabriel Jesus ganhou na raça da defesa argentina e retribuiu o presente para Firmino fazer 2 a 0. O jogo acabava ali. Uma Argentina sem reação, com o passaporte para disputar a insossa partida que define o terceiro colocado, caiu diante de uma equipe sólida, que se encorpou durante a competição. Tite e companhia vão com moral e favoritismo domingo para o Rio.
*** Informações com Jornal O Tempo
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