sábado, 30 de março de 2019

Atendente é morta a tiros pelo ex-marido neste sábado (30) dentro do curso onde trabalhava em Fortaleza

A atendente Emanuelly Vasconcelos, 31 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido no curso onde trabalhava, no Bairro Henrique Jorge, em Fortaleza, na manhã deste sábado (30). Familiares afirmaram que o agressor dizia saber "todos os passos dela". A vítima recebeu uma ligação de alguém não identificado, no meio do expediente, avisando que o ex estava indo para o local matá-la.
Testemunhas disseram à polícia que Isac Ângelo dos Santos Filho estacionou em frente ao prédio, entrou e trancou a porta do estabelecimento, logo depois disparou cinco vezes contra a atendente, que foi atingida com quatro tiros.
Ao ouvirem os disparos, os alunos do curso profissionalizante e de idiomas que estavam em aula correram e tiveram de quebrar a porta do prédio para sair do local.
O casal esteve junto por 17 anos, estava separado há cerca de três meses e tem um filho de 10 anos, segundo a polícia.
Polícia do outro lado da ruaA polícia, que possui um posto em uma unidade do outro lado da rua onde fica o estabelecimento, também ouviu os disparos e chegou momentos após o crime. O homem foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A arma, um revólver calibre 38, foi apreendida.
A polícia informou, ainda, que há relatos de que o homem era agressivo e já havia agredido fisicamente a vítima, mas não havia pedido de medida protetiva para a jovem.
Ligação horas antes do crimeUm familiar afirmou que Emanuelly recebeu por volta de 11 h deste sábado uma ligação no celular de alguém dizendo que Isac estava indo matá-la. A pessoa não se identificou ou a vítima não revelou para os colegas de quem era a ligação, conforme o familiar. Após o telefonema, funcionários chegaram a fechar a porta, no entanto, abriram novamente pois acharam que o agressor não cometeria o crime tão perto de uma unidade da polícia.
'Sei todos os teus passos'O primo da vítima Wesley Vasconcelos contou que Emanuelly tinha medo que o agressor a atacasse na saída do trabalho, por isso, ele chegou a levar lanche nesta sexta-feira (29) a pedido da prima e também a apanhou no fim do expediente algumas vezes. "A gente era como irmãos", disse.
Ela mostrava mensagens enviadas pelo assassino por celular. "Nas mensagens, ele dizia 'eu sei que hora tu chega, eu sei com quem tu chega, eu sei se tu vai pra casa com teu pai, se tu vai de Uber, de ônibus, sei todos os teus passos", afirmou o primo.
*** Informações com G1-CE
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