segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Veleiro ancorado no Mucuripe é alvo de piratas, sinistro ocorrido neste domingo (14), em Fortaleza

Um casal de turistas foi assaltado, na madrugada do último domingo (14), na Praia do Mucuripe. Na ocasião, um bando formado por cinco homens invadiu o veleiro em que as vítimas estavam, agrediram física e verbalmente o casal, e levaram, aproximadamente, quatro mil euros, além de outros bens. Após o fato, os criminosos fugiram.
De acordo com o vice-comodoro do Iate Clube de Fortaleza, André Azevedo, o homem e a mulher - um espanhol e uma brasileira - vinham de uma competição em Fernando de Noronha, no Estado de Pernambuco, e decidiram parar no Ceará, por conta de problemas mecânicos na embarcação e porque o cachorro deles estava doente. Ao ancorar o veleiro, foram informados do perigo que há no local, porém decidiram permanecer.
"Nós falamos que não era um lugar seguro, que as pessoas que foram roubadas sofreram violência física e psicológica. Eles arriscaram e, infelizmente, viram as consequências. Apesar de todos alertarem, os turistas acham que não é perigoso e que nada vai acontecer com eles", diz o vice-comodoro.
A maioria dos funcionários do local, apreensivos com o acontecido, preferiram não gravar entrevista. "É só chegar turista que eles (criminosos) já ficam de olho", declarou um deles.
O bando chegou ao local utilizando uma canoa, para não fazer barulho. Ao entrarem na embarcação, os criminosos agrediram o homem com facões e levaram o dinheiro que as vítimas traziam. "Ele tentou se defender no primeiro momento e foi atingido na mão. Como viu que eram muitos, preferiu se render. Teve que colocar pontos nos dedos e tomar injeção antitetânica", relata André Azevedo.
RecorrenteEle ainda diz que, pelo menos, outras quatro situações parecidas aconteceram neste ano no mesmo lugar. "É um ponto perigoso:100% dos barcos que pararam aqui nos últimos oito anos foram assaltados. Somos o ponto mais próximo da Europa e do Caribe. Todo barco que vai para lá tem que passar pelo Ceará. Ninguém para aqui porque é uma região de pirataria, que tem muito assalto", lamenta.
Depois do roubo, o casal registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o fato. "A ação da Polícia foi demorada. Esperamos cerca de 40 minutos. Peço um olhar do Governo para a oportunidade que nós temos no litoral. Podemos gerar milhões de empregos e, consequentemente, renda. Neste momento de crise econômica, é uma oportunidade de negócio investir em uma marina pública ou privada", afirma o vice-comodoro.
Um policial civil, que trabalha na área, disse que os assaltos são frequentes. "Não se trata de roubos simples. É realmente um grupo de pessoas que se junta para atacar as embarcações que ancoram por ali. Eles são os piratas da atualidade. São violentos, já têm prática nos ataques. As vítimas, na maioria dos casos, nem entendem o que está acontecendo. Ficam apavoradas", revelou.
*** Informações com Diário do Nordeste
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