sexta-feira, 19 de outubro de 2018

"Suposta denúncia" vira arma do PT para minar Bolsonaro na reta final da campanha do 2º Turno.

O PT corre contra o tempo. Chegou a hora de usar o arsenal mais drástico contra Jair Bolsonaro (PSL), que manteve, ontem, na pesquisa Datafolha, liderança com uma folga confortável de 18 pontos à frente de Fernando Haddad (PT).
A mais recente bala na agulha do petista é uma denúncia publicada pelo jornal "Folha de S. Paulo" sobre um suposto esquema de financiamento empresarial, via Caixa 2, para espalhar notícias falsas, as chamadas "fake news".
A legislação eleitoral proíbe esse tipo de manobra. Diante dos indícios, o PT pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o impedimento da candidatura do capitão reformado do Exército. A Corte até pode julgar essa demanda em tempo recorde, com pedido de urgência. O PDT poderia ser favorecido, já que o terceiro lugar do primeiro turno, Ciro Gomes (PDT), assumiria a vaga de Bolsonaro no segundo turno, como explicou o PT. Com a divulgação da denúncia, o partido do ex-governador do Ceará foi mais rápido em reagir. Logo no fim da manhã, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, já deu uma entrevista ao jornal "O Globo" anunciando a intenção de ingressar com uma ação no TSE para anular a candidatura de Bolsonaro. Só depois disso que o PT e a campanha de Haddad tomaram a dianteira do processo, convocando jornalistas para uma entrevista coletiva e explorando o fato nas mídias, colocando a espada sobre a cabeça do rival do PSL a dez dias da votação do segundo turno.
Nada de debate - Em reação, Bolsonaro exigiu provas da denúncia, negou conhecer o grupo de empresários suspeito de torrar R$ 12 milhões para disparar mentiras sobre Haddad, via aplicativo de mensagem. A estratégia do capitão é evitar desgaste desnecessário.
Ontem, quinta-feira (18), médicos o examinaram e deixaram com o paciente a decisão de participar ou não do último debate da campanha. Claro, ele bateu o martelo e divulgou que não irá a esse evento na TV, sempre decisivo às vésperas da votação do segundo turno.
Outro efeito colateral da denúncia do suposto esquema de "fake news" foi o reforço dos ataques do PT à Justiça Eleitoral. O deputado José Guimarães (PT-CE) declarou que o TSE e o Supremo Tribunal Federal (STF) nada fazem para inibir a "guerra suja" das mentiras difundidas na internet na campanha, apesar de o tema ser, desde o ano passado, um assunto frequente nos discursos dos ministros das instâncias do Judiciário.
Esse debate antecede o momento que os petistas esperam que marque a virada de Haddad. No próximo sábado, ele visita o Ceará, na esperança de vencer no Estado onde Ciro Gomes venceu no primeiro turno, o único do País.
*** Informações com Diário do Nordeste
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