quinta-feira, 20 de setembro de 2018

"Após boatos"; Patrícia Pillar desmente ter sido agredida por Ciro e declara voto no ex-marido

A atriz e diretora Patrícia Pillar, ex-esposa do presidenciável Ciro Gomes (PDT), compartilhou dois vídeos nas redes sociais em que desmente boatos de que foi vítima de agressão pelo ex-companheiro e declara voto no candidato do PDT.
A atitude aconteceu após circular nas redes sociais boatos de que Ciro teria agredido Patrícia durante o relacionamento. Um meme que traz a foto da atriz com a frase: “Gente, eu nunca fui casada com o Bolsonaro, quem me batia era o Ciro Gomes”, é falso.
Pillar ainda deu uma alfinetada no adversário do pedetista, Jair Bolsonaro (PSL), cuja militância tem travado embates com apoiadores de Ciro.
“Estou aqui para dizer que estão usando a minha imagem para divulgar notícias falsas, favorecendo um candidato que jamais seria o meu. Eu nunca sofri nenhum tipo de violência por parte de ninguém. Isso é totalmente falso”, esclareceu a atriz no vídeo.
Patrícia foi casada com Ciro por 12 anos e se separou do candidato à presidência em 2011. Junto ao vídeo, Patrícia pediu paz e respeito.
“Eu nunca sofri nenhum tipo de violência por parte de ninguém . Isso é totalmente falso. Quero dizer também que independente de quem é o seu candidato o que a gente precisa agora é de paz e de respeito”, pontuou.
Em um segundo vídeo, ela diz que gosta de política como possibilidade de diálogo e troca de ideias para melhorar a vida da população. Em seguida, declara seu voto em Ciro. “O meu candidato é o Ciro Gomes, porque eu acredito no projeto que ele tem para o Brasil. Eu conheço o Ciro e voto no Ciro Gomes”, ressalta. Ela pede ainda para que as pessoas não deixem de votar.
O candidato do PDT também usou as redes sociais para agradecer o apoio: “Menos por política, que me honra muito, e mais por amor. Muito obrigado Patrícia”.
“Ciro nunca foi machista”
Em março deste ano, Patrícia Pillar já havia falado sobre o relacionamento com Ciro, em entrevista para O Globo. Ela foi questionada sobre a declaração do presidenciável na campanha de 2002 de que seu papel na campanha era dormir com ele.
“Convivi 17 anos com ele e ele nunca foi machista. Naquela campanha, ele era uma alternativa ao PT e ao PSDB, e estava super exposto, apanhando dos dois lados. Todas as entrevistas dele em que eu estava presente aparecia essa pergunta e sempre de forma provocativa. E, neste dia, já era a terceira ou quarta. Ele já tinha respondido que eu era sua companheira, que conversávamos sobre tudo, porque era isso mesmo, compartilhávamos um projeto de Brasil. Mas aí perdeu a paciência e deu aquela resposta infeliz”, disse ela à época.
*** Informações com Tribuna do Ceará e Revista Época
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