quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Vestindo novamente a camisa do Fortaleza, o ipuense Clodoaldo quer recuperar empatia da torcida e carreira.

Não há dúvida que ele ainda é uma atração. Afinal de contas, os cerca de 200 torcedores que foram ao Pici ontem pela manhã, em pleno feriado, não o fizeram por outro motivo a não ser ver o baixinho treinar. Ciente disso, ele retribuiu como pôde. Fez gol, abusou das cavadinhas e participou de quase toda a atividade. 
Quando o expediente encerrou, foi ao alambrado e atendeu um por um. Distribuiu selfies, autógrafos e áudios para WhatsApp.
O momento que Clodoaldo vive no Fortaleza é mais que uma homenagem ou reconhecimento. É a oportunidade de diminuir uma mácula do passado. O jogador ainda sofre cobranças de alguns torcedores pelo fato de ter vestido a camisa do Ceará em 2006. 
Ontem mesmo uma parte de uma torcida organizada exigiu novamente o perdão do "Capetinha" e uma boa atuação em campo. 
Ele prometeu conquistar todos com a bola rolando.
Para Clodoaldo, disputar a Taça Fares Lopes 2018 só não vai significar aposentadoria. Pelo menos não são esses os planos do baixinho. Em conversa exclusiva com O POVO, o ídolo tricolor disse apostar tudo em um bom desempenho no torneio para tentar um contrato mais longo.
"Meu objetivo é poder jogar a Fares Lopes toda e, se Deus quiser, os gols começarem a sair, porque eu quero prolongar esse contrato aí por mais um ano", revela o baixinho, que complementa afirmando que só cabe a ele trabalhar. Aos 39 anos, o atacante vai voltar a atuar profissionalmente após dois anos e sete meses.
Todo esse tempo parado, somado à idade, exige um trabalho diferenciado, que Clodoaldo vem tendo. "A comissão técnica tem essa preocupação comigo, por isso faço um trabalho específico para que eu possa estar no nível dos outros, mas sem ter lesões. Estou procurando fazer tudo que eles estão me passando para que em 10 ou 12 dias eu possa estar 100%", se autoavalia o atleta, que diz hoje estar entre 60% e 65% da forma ideal.
A adaptação para o atual momento do Capetinha é facilmente notável no treino. Ele foi recuado em campo e de finalizador passou a atuar como distribuidor de bolas. "Jogar um pouco mais atrás faz com que ele receba a bola um pouco mais desmarcado e possa usar a visão de jogo muito boa que possui. Tem também um passe longo e por dentro muito bom e consegue deixar o atacante muito próximo da finalização", justifica o técnico Marcone Montenegro, que vai comandar a equipe do Fortaleza que disputará a Fares Lopes.
Clodoaldo não esconde que prefere atuar mais perto da área, mas diz compreender que a escolha do técnico é para um rendimento maior tanto dele quanto do time. O baixinho está focado nos treinos. 
Chega na hora e cumpre toda a carga de treinos, segundo Montenegro. "Quando você tem ao lado pessoas que podem te ajudar e mostram o caminho certo a seguir, ajuda muito e hoje ele tá cercado de pessoas assim aqui no clube", garante o treinador.
*** Informações com O Povo
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