quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Mistérios por trás da série Chaves são de apavorar


A Turma do Chaves é uma das séries com maior destaque internacional. Apesar do longo tempo de exibição (desde a década de 70), a história impressiona pelo humor infantil e, aparentemente, não apresenta nada fora do comum no contexto da vila. Mas uma análise feita por Ademir Luiz propõe um mistério envolvendo a vila e seus personagens, em que o local seria um pedaço do inferno e seus moradores seriam pecadores amaldiçoados a viverem eternamente uma história sem início, meio e fim.
Um dos indícios que provam essa teoria é o nome da série, isso porque no México a série se chama “El Chavo Del Ocho”, que em português significa “O Moleque do Oito”, que seria uma referência ao número oito que, deitado, representa o infinito.
Seguindo a linha de infinito, percebe-se que há infinitas repetições. Os personagens realizam as mesmas atividades, em um ciclo vicioso sem fim. Isso fica claro quando sempre Chiquinha agride o Quico e faz o pai, Sr. Madruga, acreditar que foi o menino quem a agrediu; então o pai belisca Quico, que grita por dona Florinda, que dá um tapa no rosto de Sr. Madruga; a sequências das ações tem sempre o homem batendo em Chaves, que atinge Sr. Barriga (sem querer querendo), quando ele chega para cobrar o aluguel.
Enquanto isso, professor Girafales, ardendo em desejo de toma seu café, aparece com um ramalhete de rosas sobre o colo. Aqui também é repetido o diálogo do mestre com a dona Florinda.
Outro dado que aponta que a vila seria um pedaço do inferno é o fato dela parecer um labirinto confuso, que sempre culmina nos mesmo lugares. Em alguns episódios, Chaves sai do primeiro pátio, para o segundo; e quando chega ao terceiro aparece no primeiro novamente. A porta da vila dá para uma rua estreita que pode levar a uma barbearia, escola, restaurante ou parque.
Segundo o autor da teoria, a suspensão temporal também pode ser vista com os 14 meses de aluguel que Sr. Madruga deve ao Sr. Barriga, que nunca viram 15 meses, e dão a certeza de que o tempo na vila não passa.
Os personagens fecham a teoria quando demonstram os pecados cometidos ainda em vida. Chaves é a representação da gula; Sr. Barriga representa a ganância; o personagem Quico estaria ligado à inveja insaciável; Sr. Madruga, por sua vez, representa a preguiça; Professor Girafales e Dona Florinda são a representação da luxúria; Chiquinha seria a representação da ira; e, não parece, mas Dona Clotilde seria a representação da vaidade.
A personagem de Bruxa do 71 ainda possui um pet que hora é gato outra hora cachorro e se chama “Satanás”. Isso seria a alusão de que existiriam demônios que se transformariam. O carteiro Jaiminho seria o único que não estaria morto, sendo ele um médium, e suas cartas seriam mensagens levadas para o mundo dos vivos (psicografadas).
*** Informações com: 1 News

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