segunda-feira, 23 de julho de 2018

Vídeo mostra briga de trio suspeito pela morte de Vitória na prisão; assista o vídeo


Momentos antes de serem transfetidos para a Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, Bruno Marcel de Oliveira, Mayara Borges de Abrantes e Júlio César Lima, os três suspeitos de terem sequestrado e matado a garota Vitória Gabrielly, de 12 anos, em Araçariguama, discutiram em uma cela da delegacia de Sorocaba. 
No vídeo, divulgado pela RecordTV, é possível ver Mayara pedindo a Júlio, testemunha que também se tornou réu, conte a verdade. "Pelo amor de Deus, eu te imploro, pelo amor de Deus", diz ela insistentemente. Nas imagens, Mayara demonstra desespero e afirma: "não aguento pagar por uma coisa que não fiz."
Ordem que resultou na morte de Vitória saiu de presídio modelo
De acordo com a Polícia e o Ministério Público, os três suspeitos mataram Vitória mesmo sabendo que ela não era a pessoa procuranda pelos mandantes. "Conta Júlio, o que foi que eu fiz? Põe a mão na consciência. Conta a verdade", diz ela. "Você sabe que nós é inocente, né Júlio", diz Maiara, chorando. 
"Isso que você quer pra mim? Uma pessoa que sempre te tratou que nem irmão? Foi nós que fez isso, Júlio?", diz Bruno, de dentro da cela. "Não sei, cara", responde Júlio.
Denúncia
O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) denunciou os dois homens e a mulher presos acusados de envolvimento na morte da garota Vitória Gabrielly, 12, em Araçariguama (SP).
O pedreiro Júlio César Lima Ergesse, 24, Bruno Marcel de Oliveira, 33, e Mayara Borges de Abrantes, 24, foram acusados pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel, sequestro qualificado e ocultação de cadáver.
O caso provocou grande comoção, com buscas que se estenderam por quase uma semana, até o corpo da garota ser encontrado numa área de mata que fica a cerca de 4 km do local onde ela havia desaparecido.
Segundo a investigação da Polícia Civil, Vitória acabou sendo sequestrada e morta por engano, pois seria parecida com a garota que seria a vítima original do acerto de contas.
Além de oferecer a denúncia, o MP também pediu a prisão preventiva dos três acusados. Agora, o caso deve correr pela Vara Criminal de São Roque, onde as testemunhas serão ouvidas e os acusados devem passar por um tribunal de júri.
A defesa do casal Bruno e Mayara afirmou à RecordTV que os dois não possuem nenhum envolvimento e afirmam que são inocentes no caso. Já a defesa do pedreiro Júlio César, afirmou, também em entrevista à RecordTV, que "as provas são extremamente frágeis".*** Informações com: R7

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