quarta-feira, 30 de maio de 2018

Postos de combustíveis dão sinais de normalização; preço da gasolina varia entre R$ 4,59 e R$ 4,89

O abastecimento dos postos de combustíveis em Fortaleza começa a dar sinais de normalização, embora o movimento ainda esteja baixo e alguns tipos de combustíveis faltam nas bombas. Segundo o assessor de economia do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sindipostos), Antônio José Costa, no momento, "está tudo normal". Ele afirma que os caminhões já estão chegando aos postos de gasolina para abastecimento.
Questionado sobre os tipos de combustíveis que ainda não costam em alguns postos, a exemplo do óleo diesel, gasolina aditivada e etanol, ele argumenta que trata-se de uma questão de tempo até a situação ser integralmente normalizada. No Posto Shell, na avenida Barão de Studart com rua Padre Valdevino, e no Posto Petro+, na Avenida Barão de Studart com Rua Júlio Ventura, O POVO constatou a falto do etanol, óleo diesel e gasolina aditivada;
No Posto Petrobras, na avenida Antônio Sales com Rui Barbosa, foi possível ver um caminhão com combustível estacionado. No local, o preço da gasolina comum estava a R$ 4,89 o litro. Na avenida Antônio Sales com Barão de Studart, em estabelecimento de bandeira Shell, o litro também estava em R$ 4,89, acompanhando o mesmo preço do SP Combustíveis, na rua Joaquim Nabuco com rua Padre Valdevino.
Dois postos registraram preço abaixo dos médios R$ 4,89. O Posto SP Combustíveis, na avenida Antônio Sales com rua Carlos Vasconcelos, foi o menor preço de gasolina visto, com R$ 4,59 – o anúncio trazia como “promoção do dia” -, e o outro, também SP Combustíveis, na avenida Paulino Rocha, com R$ 4,69.
Sobre a diferença de preços, o consultor na área de petróleo e gás, Bruno Iughetti, diz que depende muito do nível de estoque que o empresário tem e que representa para ele o valor adequado para compor seus custos. “Ou seja, ele deve estar praticando preço que traz resultados pequenos, mas ele ganha em volume”.
Iughetti descarta relação entre greve dos caminhoneiros e preço dos combustíveis. Ele explica que o conceito de oferta e procura só se aplica em “condições normais de temperatura e pressão”. “As revendedoras devem ter a melhor consciência nesse caso, porque estamos vivendo época de crise”.
*** Informações com O Povo
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