domingo, 25 de fevereiro de 2018

Após título, diretor de carnaval da Beija-Flor deixa a escola, o anúncio ocorreu neste domingo (25).

Campeã do carnaval 2018, a Beija-Flor de Nilópolis anunciou o desligamento de seu diretor de carnaval Luiz Fernando do Carmo, o Laíla. O comunicado foi realizado pela agremiação na madrugada deste domingo (25-02-2018).
A escola não informou o motivo do desligamento de Laíla. Por meio de nota, porém, disse que a saída do diretor da azul e branco aconteceu de forma amigável, "em comum acordo entre ele e a diretoria da agremiação". A Beija-Flor agradeceu ao ex-componente pela participação na formulação dos últimos 23 desfiles.
"Nesses 23 anos de parceria ininterrupta, a escola aprendeu muito com Laíla e certamente o ensinou bastante. A equipe de carnaval da agremiação de Nilópolis, representada pelo patrono Anísio Abrahão David, deseja caminhos abertos e prósperos a quem tanto lutou para que os nossos estivessem sempre livres e vitoriosos. ", consta de outro trecho do comunicado divulgado pela Beija-Flor.
No último dia 14 deste mês, depois da apuração dos desfiles das escolas de samba deste ano, na Marquês de Sapucaí, Laíla já havia sinalizado sobre a possibilidade de deixar a Beija-Flor e o interesse em ir para a Grande Rio, rebaixada para a série A neste ano:
— A minha comunidade ganhou o carnaval, chegamos aonde queríamos. Mas eu sou da coletividade e está havendo covardias por ambições. Quero ajudar um amigo, o Jayder, que eu amo de coração. Anísio, me deixa ir para lá? Se você sabe que eu não te sirvo, me manda embora. Mas passar o que eu passei esse ano é muito. — desabafou, à época, o dirigente, que se abriu em torno da sua relação com o contraventor Anísio Abraão David, presidente de honra da Beija-Flor e quem o levou para a escola nos anos 70. — Tivemos turbulências, sim. Preciso conversar com o Anísio. Não dá pra responder ainda se eu fico na escola.
CAMPEÃ DO CARNAVAL - Com o enredo "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu", a Beija-Flor apresentou uma proposta diferente de desenvolvimento de enredo, sem o luxo que era característico da escola, porém, mais teatralizado e dramatizado.
A azul e branco não vencia desde 2015, quando, paradoxalmente, tinha homenageado a Guiné Equatorial, país governado por uma ditadura. Desde então, a escola vinha de posições inesperadas, como o sexto lugar ano passado. Para mudar esse rumo, desta vez apostou numa virada na maneira de fazer os desfiles. Antes da apuração, havia até uma preocupação quanto à estética da escola. A agremiação chegou a perder, de fato, dois décimos em Alegorias e Adereços, e um em fantasias. Mas prevaleceu a mensagem levada à Sapucaí.
*** Informações com Jornal Extra
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