terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Energia sobe 9,4% em 2018; água inicia ano 5,7% mais cara

O consumidor residencial brasileiro terá de lidar com dois anos de reajustes na energia bem acima da inflação. As causas são um regime de chuvas insuficiente para compensar períodos de seca e o aumento dos encargos sociais. Na média, as tarifas na conta de luz devem fechar 2017 com alta de 14% e subir 9,4% em 2018. A expectativa é que o IPCA (inflação oficial medida pelo IBGE) fique abaixo de 3% em 2017 e em 4% no ano que vem.
No começo do ano, entretanto, pode haver um pequeno alívio caso as chuvas ocorram e a bandeira vermelha no nível um, em vigor atualmente, volte para o patamar amarelo. Já o reajuste tarifário anual, no caso do Ceará ocorre em 22 de abril, quando a distribuidora cearense Enel recebe autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para aplicá-lo.
De todo modo, a partir do ano que vem, em algumas regiões, as tarifas podem pesar ainda mais no bolso, segundo levantamento da consultoria especializada TR Soluções. Na média, a maior alta deve ser registrada na região Sul (10,7%), seguida pelo Sudeste (9,3%).
*** Informações com Diário do Nordeste
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