quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Corpo carbonizado é deixado por criminosos no mesmo local onde mataram um motorista do Uber, em Fortaleza.

A onda de crimes de morte com requintes de crueldade continua em Fortaleza. Nas últimas 24 horas mais dois casos foram registrados em bairros periféricos da cidade. Os assassinatos com mutilações de corpos são atribuídos à guerra entre facções criminosas que dominam várias comunidades da Grande Fortaleza e duelam à bala pelo domínio de território para o tráfico de drogas.
O primeiro assassinato com crueldade ocorreu na madrugada de terça-feira (3), no bairro do Jangurussu, na Grande Messejana, onde um homem foi assassinado e, em seguida, os criminosos esquartejaram o corpo. Pedaços do cadáver foram jogados no meio da rua. Partes como pernas, braços, troco e mãos foram espalhados na Rua Joselita Parente.
Até agora, a Polícia não conseguiu identificar nem a vítima nem os assassinos. Policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estão apurando o crime.
Queimado - Já na madrugada de hoje (4) um corpo humano foi encontrado carbonizado na Alameda das Palmeiras, no bairro Ancuri, na zona Sul de Fortaleza. A vítima também não foi identificada pela Polícia. O homem teria sido morto a pauladas e pedras e teve, em seguida, o corpo incendiado.
O cadáver foi deixado no meio da rua, ao lado de um muro onde estão pichadas advertências dos criminosos para quem passar por ali. Os dizeres escritos no muro são: “Adentra, tire o capacete e, carro abaichi (abaixe) os vidros. Se roubar na favela, morre. Assinado, o crime 745” (sic), numa suposta alusão à facção criminosa Guardiões do Estado (GDE).
O local onde o corpo foi encontrado é o mesmo onde, na noite de 23 de julho último, bandidos assassinaram o estudante universitário Guilherme Maia, que trabalhava como motorista do aplicativo Uber e havia ido deixar uma passageira no bairro. No retorno, ao passar pela Alameda Palmeiras, o rapaz não atentou para o aviso de baixar os vidros do carro e acabou sendo baleado, morrendo ainda no local do ataque. Dias depois, a Polícia deteve um adolescente suspeito de participação no caso.
Crueldade - Na Barra do Ceará, na zona Oeste de Fortaleza, somente neste ano, pelo menos, quatro corpos decapitados foram deixados nas ruas pelos criminosos, além de outro esquartejado. Há três semanas, os corpos de dois homens foram encontrados carbonizados nas margens de uma lagoa, no bairro Planalto Pici. 
No bairro Vila Velha, um corpo decapitado foi encontrado, há uma semana, na Rua dos Prados. 
Já na comunidade babilônia, no bairro Barroso, a Polícia encontrou pedaços de corpos humanos (dedos, orelhas e outros órgãos) dentro de um apartamento que servia como local para um tribunal do crime. 
*** Informações com Blog Fernando Ribeiro

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