quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Monstruosidade: Monitor da Santa Casa abusava de bebês à noite


João Tomás, 44 anos, era o monitor do Lar da Santa Casa da Misericórdia que ficava com as crianças, algumas das quais bebés, durante o período da noite. Entre 2004 e 2012 o homem aproveitou-se da inocência dos menores retirados às famílias e institucionalizados naquele lar para praticar atos sexuais. Entre as 11 vítimas identificadas estão bebés. Todos eles eram acordados a meio da noite, obrigados a verem filmes pornográficos e depois imitar o que tinham acabado de ver. No ano passado o monitor foi condenado a nove anos de prisão. Durante todo o julgamento negou os factos. Não convenceu o coletivo e agora também não convenceu os juízes desembargadores, do Tribunal da Relação de Lisboa, que mantiveram a pena na íntegra. João Tomás vai ter ainda de pagar cinco mil euros a cada vítima. Caso os menores se negassem às práticas sexuais eram agredidos com colheres e dava-lhes bofetadas. Durante anos, as vítimas sofreram em silêncio. Uma delas era portadora de deficiência. 
Os crimes foram denunciados pelo pai adotivo de um dos menores que em 2015 apanhou a criança de 10 anos a simular atos sexuais com a irmã mais nova. Acabou por revelar que no lar onde esteve até 2010 era normal aquele tipo de comportamentos entre os meninos e os meninos e com o monitor. O monitor vai apresentar novo recurso para o Supremo Tribunal de Justiça. PORMENORES 11 crimes de abuso Os juízes condenaram o monitor a uma pena de um ano e nove meses por cada um dos 10 crimes de coação sexual, seis meses por cada um dos 11 crimes de abusos, dois anos por abuso de pessoa portadora de deficiência e um ano por cada um dos 11 crimes de maus-tratos (num total de 36 anos). Em cúmulo, a pena ficou em 9 anos. Pai em choque "Mil anos não chegavam. Este é um verdadeiro monstro. Intimidava as crianças pela violência e ameaças", disse o pai que deu início a todo o processo. A queixa foi feita na PJ. Os menores foram ouvidos para memória futura e em tribunal monitor, advogados e juízes ouviram os relatos de terror feitos pelos menores. Apesar de serem muito novos os seus depoimentos foram considerados credíveis.
***** Informações com CM Jornal
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