sábado, 15 de julho de 2017

Os deputados; Genecias Noronha e Danilo Forte receberam "juntos" mais de nove milhões em emendas para votarem a favor de Temer.

Acusado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) de “usar dinheiro público para obstruir a Justiça” na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o governo de Michel Temer (PMDB) distribuiu, em junho, 134 milhões de reais em emendas parlamentares aos 40 deputados que votaram a favor do presidente na análise da denúncia contra ele na CCJ. Levantado pela ONG Contas Abertas, o número é 103% maior que os 66 milhões de reais destinados aos 25 deputados que votaram pela aceitação da acusação da Procuradoria-Geral da República contra o peemedebista por corrupção passiva.
Segundo matéria publicada na Revista Veja (Click Aqui), os deputados cearense, Genecias Noronha (SC) recebeu só de emendas parlamentar liberada no valor de R$ 4.957.200,00, e o deputado Danilo Forte (PSB) emendas no valor de R$ 4.310.000,00, no total os dois deputados receberam R$ 9.267.200,00 (Imagem ao lado). De bem com a vida, os deputados disseram "Sim" a favor do presidente Michel Temer, e a favor do arquivamento da denúncia do Procurador Geral da República.
A vitória de Temer na CCJ - O relatório contrário à denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, de autoria do deputado Paulo Abi Ackel, ligado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi aprovado na CCJ depois que o parecer favorável à denúncia, de autoria de Sergio Zveiter, foi rejeitado na comissão por 40 votos a 25. 
O governo garantiu a vitória na CCJ depois da troca de doze deputados que votariam contra o presidente, substituídos por correligionários alinhados ao governo. Para Padilha, as trocas são algo “absolutamente normal, do jogo político”. “PMDB, PP, PR, PRB e PSD fecharam questão, todos os parlamentares desses partidos são obrigados a votar conforme orientação do partido. Como havia alguns que não tinham facilidade em assimilar essa orientação partidária, eles foram substituídos, colocaram-se outros que tinham colocação garantida porque iriam responder conforme a orientação do partido”, disse o ministro à rádio. 
Conforme determinação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a votação do parecer de Abi Ackel será no dia 2 de agosto, após o recesso parlamentar, a partir das 9h. Para que a denúncia contra o presidente possa ser apreciada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), 342 deputados precisam votar contra o relatório do tucano.
**** Veja a relação completa Aqui
*** Informações com Revista Veja
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