quinta-feira, 13 de julho de 2017

O Ministério Público Federal pede nova prisão de Geddel Vieira Lima.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu novamente à Justiça a prisão de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), que se preparava para deixar o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica. Investigadores encontraram novas provas que justificariam manter o ex-ministro do governo de Michel Temer atrás das grades.
De acordo com os investigadores, o ex-ministro tentava garantir o silêncio de Funaro, alegando ter influência sobre o poder judiciário. Em depoimento à PF, o doleiro afirmou ter recebido uma mensagem de Geddel, reclamando de uma mudança de advogados de defesa de Funaro. Essa alteração teria “ficado ruim para o juiz”, escreveu Geddel para Funaro. “Não se sabe ao certo, nesse possível contexto de tráfico de influência aplicado ao poder judiciário (no caso, possível conduta penal de exploração de prestígio), a qual magistrado Geddel Vieira Lima invocava exercer influência: se a magistrado da 10º Vara Federal, se a magistrado que compõe a Turma Julgadora de processos das Operações Sépsis e Cui Bono no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), ou ainda se a magistrados de Cortes Superiores. É certo, no entanto, que, ao mencionar o possível contato com um membro julgador, Geddel Vieira Lima tenta macular a credibilidade e a moralidade do poder judiciário federal, vendendo sua pretensa influência a fim de obter benefício ilegal (não ser delatado ou incriminado por Lúcio Bolonha Funaro).
O ex-ministro do governo Temer foi preso no último dia 3 de julho, acusado de tentar impedir a delação de Funaro e obstruir a Justiça. Ontem, o desembargador Ney Bello determinou que Geddel deixasse o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar. Para justificar o novo pedido de prisão, o Ministério Público Federal alega que encontrou evidências de que Geddel, ao demonstrar influência perane o judiciário, também teria praticado o crime de exploração de prestígio — que prevê uma pena de um a cinco anos de prisão. “Os novos fatos criminosos praticados pelo mencionado investigado demonstram que nem mesmo sua reclusão domiciliar foi capaz de prevenir sua atividade criminosa. Sendo criminoso habitual, em série (“serial criminal”), não há medidas cautelares alternativas que sejam capazes de impedir que novos delitos sejam cometidos por Geddel Vieira Lima”, conclui o MPF.
*** Informações com Revista Veja
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