sábado, 29 de julho de 2017

Ceará foi um dos Estados onde a JBS mais pagou propina a políticos em campanha

A nova edição da revista Época traz revelações bombásticas sobre o escândalo do pagamento de propina pela JBS a políticos brasileiros nos últimos doze anos – 2006 a 2017. Complica-se a situação do presidente Michel Temer (PMDB) e enrola de vez o ex-governador Cid Gomes, já que o Ceará é apontado como um dos estados, ao lado de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, como mais beneficiados com o recebimento do dinheiro sujo dos irmãos Joesley e Wesley Batista.
O “planilhão” da propina da JBS supera os R$1,124 bilhões e há provas do pagamento com notas fiscais frias a centenas de políticos. Um dos citados é o próprio Temer, que recebeu R$22 milhões através da empresa Pública, do publicitário Elcinho Mouco, que trabalha diretamente com o atual presidente da República.
No Ceará, como também no Mato Grosso do Sul e em Santa Catarina, a JBS trocou propina por fraudes no pagamento de seus impostos. Nesses três estados, há filiais da empresa com alta rentabilidade. No Ceará é um curtume em Cascavel.
Assim, a JBS tem provas das notas fiscais frias dadas pelo ex-governador Cid Gomes – diretamente quem negociou essa ordem para receber recursos no valor de R$20 milhões em troca de abate de imposto foi o deputado federal Antônio Balhman. Contudo, Balhman assegurou o cumprimento de seu acordo. Daí, a JBS pagou a propina.
Na Época, a JBS fala em bilhões e inclui o presidente do Senado, Eunício Oliveira, beneficiado pela quantia de R$300 mil pagos em espécie. Coube, segundo a JBS, ao publicitário André Gustavo, da Arcos Propaganda, entregar o dinheiro a Eunício. O estranho nessa história: Eunício nunca esteve com André Gustavo e nem o conhece; Eunício aceita fazer uma acareação com o publicitário André Gustavo na frente dos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e a história é surreal: enquanto todos os caciques do PMDB receberem milhões, Eunício teria se conformado, mesmo sendo líder do partido, com uma quantia irrisória. Nem o MPF tem como sustentar essa história.
Diante do posicionamento firme de Eunício, a JBS alegou que apenas encaminhou o recurso a André Gustavo – está preso pelas fraudes com o presidente da Petrobras e Banco do Brasil, Aldemir Bendine. E não teve contato direto com Eunício. Flagrado com o desmentido, André Gustavo disse que realmente não entregou os R$300 mil pessoalmente a Eunício, mas a um intermediário. Indagado o nome desse recebedor, o publicitário pernambucano André Gustavo não sabe. Disse que não se lembra.
*** Informações com Revista Época via Ceará News 7
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