sábado, 6 de maio de 2017

Desemprego faz aumentar procura por trabalho informal no estado

Para driblar o desemprego, muitas pessoas têm aproveitado as tendências empreendedoras de aplicativos de telefonia mòvel, marketplaces e startups. Seis em cada dez trabalhadores do estado do Ceará estão na informalidade. É o que aponta os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - PNDA Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de dezembro de 2016.
Segundo o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), essa proporção de trabalhadores informais equivale aos seguintes números: 16,2% são empregados domésticos sem carteira assinada (550 mil pessoas); 23,5% são os demais assalariados sem carteira assinada (802 mil pessoas) e 25,1% são pessoas que trabalham por conta própria, como pedreiros, vendedores ambulantes etc. (857 mil pessoas).
O coordenador de Estudos e Análise de Mercado do IDT Erle Mesquita comentou os números apresentados pela pesquisa do IBGE e detalhados pelo IDT sobre o mercado informal. “É um percentual muito elevado, mais da metade da força de trabalho. De maneira geral, tem sido um período de expansão”, destacou Mesquita.
Um dos principais fatores para a procura da ocupação informal é o desemprego registrado no mercado formal. De acordo com a PNDA Contínua mais recente, divulgada no fim do último mês de março, o desemprego no Brasil aumentou para 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e fevereiro do ano atual. Esta é a maior taxa da série histórica desde 2012.
No Ceará, a taxa de desemprego medida no último trimestre de 2016 indicava uma taxa de 12,4%. Para driblar o desemprego, muitas pessoas têm aproveitado as tendências empreendedoras do mercado informal de aplicativos de telefonia mòvel, marketplaces e startups, por exemplo, que vêm surgindo numa crescente nos últimos anos com os avanços tecnológicos.
Para o sobralense Mikael Araújo, Expansion Representative da StarOfService no Brasil (www.starofservice.com.br), a informalidade no mercado se torna cada vez mais constante, seja por necessidade ou por oportunidade. “Além da crise de desemprego no país, as novas formas de trabalho que vão surgindo têm levado muitas pessoas a se inserirem no mercado informal. Temos como exemplo o fenômeno UBER ou em nossa plataforma mesmo, onde observamos essa inclinação nos perfis de muitos profissionais”, pontuou Araújo.
*** Informações com Mikael Araújo  via E-mail do Aconteceu Ipu
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