sexta-feira, 14 de abril de 2017

Saudita e iraquiano com "suposto" documento falso de Ipu, são presos nesta quarta (12) na Paraíba

Três pessoas, entre elas um saudita e um iraquiano, suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada na falsificação de documentos de estrangeiros foram presos na manhã desta quarta-feira (12), em João Pessoa. Os documentos eram emitidos sobretudo para sírios e seriam usados para imigração ilegal para os Estados Unidos e para a Europa. De acordo com o delegado de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, Lucas Sá, o grupo utilizava documentos falsos para conseguir o passaporte brasileiro por ter bom reconhecimento por países da Europa e os EUA.
A prisão aconteceu no prédio do Projeto Cidadão, no Centro da capital. Segundo o delegado, o saudita Saleh Alderaibi, de 45 anos, chegou ao local acompanhado de uma escolta com três carros de luxo, seguranças particulares e um intérprete. O suspeito, que se apresentou como cidadão brasileiro, chegou a pagar R$ 500 a um usuário para ser atendido primeiro.
A polícia diz que o homem informou ser cidadão brasileiro e apresentou uma certidão de nascimento de um cartório da cidade de Ipu (Na foto ao lado consta que o Município de Registro e Unidade da Federação é a cidade de Pires Ferreira-CE, em domicílio Ipu-CE), no Ceará, para emitir um RG. O delegado aponta que os funcionários do órgão estranharam o fato dele ser brasileiro e não falar português e acionaram a polícia.
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“A DDF entrou em contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), responsável pela investigação de sírios integrantes de uma organização criminosa especializada na mesma conduta praticada em João Pessoa e também iniciou o protocolo de verificação do possível envolvimento com a organização criminosa investigada pela PCRJ. Também foram acionados a Interpol e o Consulado dos Estados Unidos, em Recife”, diz o delegado. Até as 13h, a polícia não havia verificado a relação do suspeito com grupos terroristas.
Além de Saleh Alderaibi, também foram presos o iraquiano Feras Ali Haussn, de 43 anos, e o paulista Sandro Adriano Alves, de 43 anos, responsável por intermediar as contratações. Os suspeitos vão responder pelos crimes de falsidade ideológica e associação criminosa. A polícia vai investigar a participação de outros membros da associação e verificar ainda se outras pessoas conseguiram emissão de RG com uso de certidões falsas.
*****Com informações de G1

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