quinta-feira, 27 de abril de 2017

"Barbaridade": Guarda municipal foi morto envenenado com "chumbinho" pelo próprio advogado.

O agente da Guarda Municipal José Gonçalves Fonseca, de 51 anos, encontrado morto no último dia 8 de março, foi envenenado por seu próprio advogado, Victor Henrique da Silva Ferreira Gomes, de 23 anos, que já responde por periclitação da vida.
Durante entrevista coletiva realizada na tarde desta quarta-feira (26), a Polícia Civil informou que a vítima faleceu por asfixia, em decorrência da ingestão de chumbinho, conhecido veneno para matar ratos. 
Conforme Leonardo Barreto, diretor da Divisão de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP), as investigações referentes ao crime apontam que o advogado matou o guarda municipal com a intenção de se apossar da quantia de R$ 265 mil da vítima que seria utilizado para a compra de um imóvel. 
A Polícia descobriu que Victor (foto ao lado), que é casado com uma sobrinha da vítima, realizava um trabalho para ela referente à compra de um imóvel que teria pendências judiciais. Por isso José Gonçalves realizou o depósito de uma quantia em dinheiro para que o suspeito administrasse o pagamento da casa. Porém, os pagamentos necessários não foram realizados, então vítima e os vendedores da casa passaram a pressionar o advogado. Que não tendo como restituir o dinheiro, terminou por assassiná-la. 
Já o delegado George Monteiro, presidente do inquérito policial, afirmou que foram apreendidos diversos documentos tais como comprovantes bancários, folhas de cheques, comprovantes de transações bancárias entre as contas da vítima e do suspeito, cadernos e agendas com anotações, além de um blazer e uma toalha com manchas suspeitas que foram remetidos para realização de exames periciais. Além de um notebook do advogado apreendido em seu local de trabalho, onde foram encontradas pesquisas referente "laudos cadavéricos de IML por morte por asfixias". 
Victor foi preso temporariamente em 23 de março e teve a prisão convertida em preventiva em 21 de abril. Ele foi indiciado por homicídio e furto qualificados, além de ocultação de cadáver.
O caso José Gonçalves Fonseca desapareceu no dia 6 de março e só foi encontrado dois dias depois em um matagal do bairro Cidade 2000, em Fortaleza. Na época, familiares da vítima revelaram que José saiu de casa levando a quantia de R$ 120 mil, valor referente ao pagamento de um imóvel.
*** Informações com CNEWS - Imagens do DN.


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