domingo, 26 de março de 2017

Metallica volta renovado e comanda multidão com público recorde de 100 mil no Lollapalooza

Igual, mas diferente. Com o show potente de sempre, mas com um repertório renovado, o Metallica cumpriu com louvor a missão de ser o primeiro headliner de heavy metal em uma noite de Lollapalooza nos seis anos de festival em São Paulo, na noite deste sábado (25), diante de um mar de camisas pretas em Interlagos.
Graças ao Metallica, o festival em SP bateu seu recorde de público em um dia: 100 mil pessoas. O show começou pouco depois das 21h e durou cerca de duas horas.
Essa é a nona vez do Metallica no Brasil (após 1989, 1993, 1999, 2010, 2011, 2013, 2014 e 2015). Mas agora eles finalmente tiveram algo novo para mostrar. É que nas cinco vezes anteriores, o álbum mais recente era "Death magnetic" (2008). Agora, estão na turnê de "Hardwired... To self-destruct", que saiu no final do ano passado. O disco tem músicas longas e desnecessárias, e carece de uma boa edição.
Nos shows recentes da turnê, essa escolha era certeira. O Brasil não deu tanta sorte, e ficou com duas das músicas novas longas que ajudaram a esfriar a metade do show: "Now that we're dead" e "Halo of fire".
Entre outras melhores ("Hardwired", "Atlas, rise", "Moth Into Flame"), elas ocuparam um quarto do repertório. O resto foi o de sempre, mas com uma banda reenergizada em relação ao último Rock in Rio, por exemplo (aquele do apagão).
As músicas novas ficaram mais no começo e no meio do show. "Hardwired" e "Atlas, rise!", de longe as melhores da safra atual, abrem o show sem aquele gostinho de decepção de fãs que só querem clássicos. Estes aparecem mais para o final - não tem como falhar com "Master of puppets", "Nothing else matters" e "Enter sandman".
SapateouA banda parece realmente empolgada com as novas músicas e a turnê atual. Uma mostra disso é o momento solo do guitarrista Kirk Hammett. Depois de tocar a guitarra com o próprio amplificador e até com a câmera de transmissão, ele literalmente sapateia no instrumento.
A voz de James Hetfield era uma dúvida, já que falhou em shows recentes. Na Dinamarca, em fevereiro, ele chegou a pedir desculpas aos fãs pelos problemas de voz. No show que o G1 viu em novembro em Londres a garganta também rateou. Mas no Lolla, ainda bem, o vocal segurou o tranco, sem brilhar nem comprometer. A oportunidade dos fãs foi única, já que a banda não faz mais nenhum show nesta passagem pelo país. A turnê "WorldWired" vai ao menos até maio de 2018, mas por enquanto não tem mais datas no Brasil.
*** Informações com G1
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