terça-feira, 21 de março de 2017

Leite com formol, soda cáustica e água oxigenada foi vendido em São Paulo, diz Ministério Público. Assista ao vídeo

O Ministério Público deflagrou, nesta última sexta-feira (17-03), a Operação Leite Compen$ado 4, que visa combater fraudes e adulterações na cadeia produtiva do leite. O órgão executou mandados de busca e apreensão em oito municípios do Rio Grande do Sul. Entre os produtos apreendidos estavam 600 quilos de soda cáustica, afirmou o MP. Outros produtos encontrados foram o formol, que é cancerígeno, e a água oxigenada.
O principal foco das investigações é o posto de resfriamento do laticínio O Rei do Sul, localizado na cidade de Condor. O proprietário do estabelecimento, Odir Pedro Zamadei, foi preso sob a acusação de receber, armazenar e distribuir o leite adulterado. Zamadei é reincidente: ele foi condenado pelo crime de adulteração em 2007.
Segundo o MP, cerca de 300 mil litros de leite adulterado das marcas Parmalat e Líder chegaram a ser vendidos aos estados de São Paulo e do Paraná, especificamente nas cidades de Guaratinguetá (SP) e Lobato (PR). As duas marcas envolvidas pertencem à empresa LBR.
Em nota, a empresa afirmou que os lotes mencionados pelo MP haviam passado nos testes previstos pela legislação. “Assim que tomou conhecimento da possível contaminação na matéria-prima utilizada na fabricação de seus produtos, decidiu como medida preventiva, mesmo sem ter identificado anormalidades nos sucessivos testes realizados, recolher os lotes de leite UHT do mercado”, afirmou a empresa.
Em maio de 2013, o Ministério da Justiça e o Ministério Público do Rio Grande do Sul deflagraram uma operação que adulterava o leite produzido pelas companhias Italac, Mumu, Líder e Latvida. Investigações confirmaram que as empresas transportadoras acrescentavam formol no lotes durante o processo de transporte do leite cru, antes mesmo de ele ser envasado. 
A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (SENACON/MJ) notificou as empresas a prestarem esclarecimentos após as investigações.
No início de maio, a polícia chinesa desmantelou uma quadrilha que comercializava carne de rato como carne de boi ou de carneiro. Desde o começo do ano, cerca de 900 suspeitos já haviam sido presos por venderem carnes falsificadas ou contaminadas. Descobriu-se que um dos criminosos usava aditivos para temperar e vender carnes de rato e raposa como se fossem bovinas e de carneiro. Investigações constataram que a quadrilha acumulou mais de 10 milhões de yuans (1,6 milhão de dólares) com a prática desde 2009.
A marca de bebidas de soja AdeS, da Unilever, anunciou um recall no início do mês de março. Noventa e seis unidades do suco de maçã fabricado na planta de Pouso Alegre, em Minas Gerais, continham soda cáustica e causaram mal-estar e queimaduras em alguns consumidores. Depois do ocorrido, a Anvisa interditou a linha de produção de AdeS na fábrica mineira e a Unilever poderá ser multada em 6 milhões de reais.
Um lote do achocolatado Toddynho vendido em redes varejistas da região metropolitana de Porto Alegre causou irritação e feridas na boca dos consumidores. A suspeita inicial era de que havia um problema na fórmula do produto. A recorrência dos problemas de saúde fez a vigilância sanitária iniciar uma investigação na fabricante Pepsico. A empresa admitiu que houve uma falha no processo de higienização dos equipamentos que fazem o envasamento, que colocou água e detergente na embalagem do Toddynho.
A imagem do suco de soja sabor uva AdeS é assustadora. E, o que é pior, a gosma tem vida e se multiplica. O caso ganhou repercussão e se tornou um “marketing viral” quando uma consumidora relatou pelo Facebook a surpresa que ela encontrou quando abriu a embalagem da bebida e viu cair uma espécie de cogumelo. A partir daí, outras pessoas começaram a fotografar, relatar e compartilhar a mesma experiência com produtos AdeS. Todos os casos eram idênticos: fungos que estavam se multiplicando dentro da bebida. A fabricante Unilever culpa os "microfuros" na embalagem pela proliferação de bolores ou fungos, que podem aparecer pelo transporte ou armazenamento irregular. A empresa, porém, reforça que não há nenhum erro no processo de produção.
Em um dos casos mais graves dos últimos anos, cooperados da Parmalat informaram que todo o leite UHT da empresa continha soda cáustica e água oxigenada. O Ministério da Agricultura realizou diversos testes e não detectou a disseminação do problema – mas dois lotes foram recolhidos. A investigação comprovou que a contaminação ocorreu em dois fornecedores de Minas Gerais, onde foram descobertas diversas irregularidades. Outras marcas também foram prejudicadas, mas apenas a Parmalat precisou realizar um forte trabalho de recuperação de imagem pelos danos causados.
A Secretaria Nacional do Consumidor, que faz parte do Ministério da Justiça, exigiu o recolhimento das embalagens de um litro dos xampus da linha Avon Care Hidratante por possíveis riscos à saúde. Testes apontaram que uma bactéria poderia provocar um quadro infeccioso aos consumidores com sistema imunológico debilitado, se colocada em contato com a pele e os olhos. A Avon recolheu 558 unidades do produto e contatou as revendedoras para trocarem imediatamente o xampu.
*** Informações com Revista Veja - Matéria completa CLICK AQUI
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