quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Conheça o vírus mayaro: a nova ameaça do mosquito Aedes aegypti

Depois da dengue, do zika vírus e do chikungunya, uma possível nova epidemia já preocupa cientistas e epidemiologistas de todo o mundo: trata-se do vírus mayaro.
Após a descoberta de um caso de febre hemorrágica em um menino de oito anos na zona rural do Haiti, pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, anunciaram ter encontrado no país caribenho um caso inédito da doença – cujas características são muito similares as da chikungunya.
Ainda que o vírus não seja totalmente desconhecido – foi detectado pela primeira vez em 1954, em Trinidad e Tobago –, até agora só se sabia de surtos isolados na selva amazônica e em outras partes da América do Sul, como Brasil e Venezuela. Acredita-se que o grande problema seja pelo fato de que este vírus possivelmente tenha se adaptado. Antes era transmitido apenas por mosquitos vetores silvestres e agora, aparentemente, pode ser transmitido por mosquitos vetores urbanos que já estão espalhados pelo mundo, como o Aedes aegypti, principalmente, e o Aedes albopictus. Se isso se confirmar, há muitas razões para a preocupação, uma vez que o Aedes está fortemente presente em todo o território brasileiro.
Especialistas alertam que este caso pode ser um indício de que o vírus esteja se espalhando e já começa a circular pela região do Caribe. “Os sintomas são muito similares aos da chikungunya. Por isso, quando o paciente vai ao médico, pensam se tratar dessa doença e não sabem que é Mayaro”, disse John Lednicky, líder da equipe da universidade americana responsável pelo estudo.
Lednicky explicou não haver nenhum sintoma que distingue a chikungunya da febre mayaro: ambas provocam erupções na pele, febre  e dores nas articulações. Nos dois casos, os efeitos são mais prolongados do que em paciente com dengue e zika – chegando a durar de seis meses a um ano. “O que está acontecendo é que estamos nos deparando com pacientes que se queixam de erupções na pele e dores musculares prolongadas, mas os exames dão negativo para zika e chikungunya. Então, o que afinal eles têm?”, disse Lednicky. 
*** Informações com Revista Veja
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