quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Atenção: o Brasil está prestes a viver uma epidemia de Chikungunya

“Aqueles que se dobram”. Esse é o significado da palavra chikungunya em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Trata-se da aparência curvada dos doentes atendidos na primeira epidemia registrada, na década de 50, na África. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o vírus que “encurva as pessoas” já foi identificado em 19 países. Em dezembro de 2013, foram descritos os primeiros casos na América do Sul, inclusive no Brasil, onde se concentram 88% dos casos confirmados da doença nas Américas. Em 2016, foram notificados cerca de 170 mil casos de chikungunya, com 38 óbitos.
O transmissor do vírus é o mosquito Aedes aegypti , o mesmo vetor do vírus da dengue e do zika. Nem todas as pessoas que são picadas por um mosquito infectado necessariamente ficarão doentes. Cerca de 30% dos casos são assintomáticos, ou seja, não apresentam os sinais e sintomas clássicos da doença.
No próximo verão, o Brasil está prestes a viver uma epidemia de chikungunya. O calor e a chuva se configuram como o clima ideal para a proliferação do mosquito. Mas a questão vai além. O risco existe realmente, pelo comportamento da doença. O chikungunya é mais novo no país do que o zika e a dengue. Poucas pessoas foram infectadas até agora deixando uma população de susceptíveis exposta à doença.
De outra forma, no primeiro semestre de 2016, foram diagnosticados 1,4 milhão de casos de dengue no Brasil com 3419 mortes.
Os sintomas Os principais sinais da doença são febre de inicio agudo, não muito alta, dor e inchaço de diversas articulações. Eles duram de dois a dez dias, podendo chegar a períodos mais prolongados.
Mesmo com sintomas algumas vezes mais brandos em relação aos outros vírus transmitidos pelo Aedes aegypti e o risco de morte por chikungunya ser menor em comparação com a dengue, a possibilidade de a doença se tornar crônica em uma parcela dos pacientes é motivo de grande preocupação.
A doença pode obrigar o paciente a procurar os serviços de saúde com muita frequência e por um longo tempo. Além disso, ela pode causar alterações mais graves, como cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas.
*** Informações com Revista Veja
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