quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Policial militar é suspeito de assediar crianças em Fortaleza

Um policial militar é suspeito de assediar crianças em Fortaleza. De acordo com a mãe de uma das crianças, que prefere não se identificar, a filha de apenas 7 anos foi assediada várias vezes pelo agente de segurança. Ainda segundo a mãe, os abusos começaram em maio deste ano, mas ela só percebeu um mês depois por causa da mudança no comportamento da vítima.
“Agressiva, chutando as coisas e também notei o comportamento dela não estava mais dormindo bem. Ela estava tendo pesadelos à noite. E o pesadelo dela que ela falava sempre à noite,e gritava: 'me solta, me solta'", relatou a mãe da menina.
Segundo ela, outras três crianças do mesmo bairro, de oito, nove e dez anos de idade, também foram assediadas pelo policial. De acordo com a mãe de uma das meninas, o suspeito usava o momento em que as mães estavam na igreja e saía de carro com as meninas. Uma delas chegou a contar para os pais que ele oferecia bombons e chegava a ameaçá-las com a arma, caso elas contassem algo.
“Minha filha, por que você não avisou para sua mãe que isto não estava acontecendo? A mamãe está aqui para te ajudar. Aí ela dizia: 'Mamãe, é porque eu tinha medo. Ele ameaçava a gente,”, afirmou.
Quando percebeu a gravidade do que estava acontecendo, a família de uma das crianças procurou a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) e fez um Boletim de Ocorrência. Os familiares também denunciaram o caso na Controladoria Geral dos Órgãos de Disciplina, já que o suspeito é um Policial Militar.
Duas das crianças também fizeram exame de corpo de delito e prestaram depoimento.
Suspeito notificado
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSPDS) informou que, na época, a delegacia notificou o homem através de um ofício enviado ao Comando-Geral da PM, mas ele estava de férias e um novo prazo para a conclusão do inquérito foi solicitado. A SSPDS disse ainda que o policial foi afastado das funções ostensivas, até que as apurações do caso sejam concluídas.
Enquanto ocorrem as investigações, uma mãe se diz angustiada, com medo de sair de casa traumatizada. “A gente quer justiça, pois eu acho que isso não deve acontecer. Não podemos deixar isso impune. Elas são crianças. Como essas crianças vão crescer? Sadias e saudáveis? Como tanta gente perigosa? Que estão no meio de pessoas sérias? É um policial. Em vez de está protegendo a gente está é prejudicando”, desabafa.
***** Informações com: G1
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